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— Samiel , New World

Erelim Samiel
Erelim Samiel
Erelim Samiel
Informações Gerais
Idade: Atemporal
Status: Vivo
Alcunha: Bibliotecário de Guerra
Origem: Akasha
Informações Físicas
Raça: Elohim
Sexo: Assexuado
Altura: 3,10m (armadura)
Entre 2m e 8m (forma verdadeira).
Peso: 100kg
Informações Climber
Andar: 1
Situação: Ativo
Posições: Protector
Princípio: Corpo
Afiliação: Akasha


Erelim Samiel (エレリム·サミエル, Ererimu Samieru), conhecido apenas como Samiel (サミエル Samieru), é um Climber da posição Protector. Originário de Akasha, a Cidade do Princípio, Samiel é um elohim pertencente à casta dos erelim, vulgarmente conhecidos como Potências. Criado a partir da essência de Raphael, o Ark do Poder, Samiel ocupa a posição de Guerreiro da Criação, juntamente dos outros elohim de sua casta, mas exibe características próprias de um Tarpsarim, a casta de elohim a serviço do Ark do Conhecimento, Ezekiel.

Aparência Edit

Com mais de três metros de altura, Samiel é uma figura quase incapaz de passar despercebida. Em um primeiro momento, aparenta ser um gigante oculto por uma armadura completa de placas douradas e um capuz branco que lhe esconde a face, adornado por ombreiras decoradas com fitas azuis brilhantes e uma sobressaia de seda normalmente cobrindo suas pernas. Apenas após uma observação mais detalhada é que se pode perceber que, por baixo de toda as placas de metal, não há nada.

Saindo das costas do elohim, estão um par de seis filetes branco-azulados de luz, cada qual com cerca de cinco metros de comprimento, estendendo-se para direções diversas. Uma vez que encontram-se devidamente alinhados, os filetes se unem, construindo a imagem de um par de asas. Curiosamente, este "fenômeno luminoso" é a verdadeira existência de Samiel e, por extensão, de um erelim, também sendo literalmente sua energia vital e seus corpos. Apesar de formarem asas com mais frequencia, o "corpo" de Samiel também pode reproduzir qualquer forma que o elohim desejar, dentro de suas capacidades.

Quando livre da armadura de akashium, Samiel revela sua forma verdadeira: um orbe de luz branco-azulada, com cerca de dois metros de altura e inúmeros tentáculos protuberando de sua forma esférica. Notoriamente, assim como quando ligado à armadura, o corpo de Samiel pode assumir o contorno de qualquer forma dentro de suas capacidades, podendo chegar a um humanóide de oito metros de altura. Também é notório que, neste estado, o elohim é bastante sólido, mas também bastante vulnerável.

Personalidade Edit

De todos os elohim de Akasha, o erelim Samiel sempre foi notório por ser estranho. Possuidor de um interesse inusitado nas espécies "inferiores" (os mortais e imortais que habitam a Criação), o elohim sempre desejou iniciar contato de alguma forma. Com sua hoste quase aniquilada no planeta Alsmiea, após um confronto de horas contra ondas de malebolges invasores, o elohim conseguiu exatamente o que queria ao ser socorrido pelos habitantes do planeta após a vitória (pírrica) elohim. A semana que passou com aquele povo foi o bastante para acender em Samiel um apreço pelas raças mortais, um instinto elohim quase esquecido pelo resto de seu povo.

Individualmente, Samiel demonstra traços de personalidade próprios de um tapsarim, um elohim do conhecimento: apesar de fazer parte dos erelim, que compartilham uma bravura indômita e uma inventividade natural para com ferramentas, Samiel também possui um intenso interesse em entender não apenas suas origens, mas também toda a Criação. Fazendo jus ao apelido de "bibliotecário" que possuia em Akasha, Samiel é um amante da literatura e da ciência, demonstrando um nível de interesse e talento incomum para sua casta nestas áreas. Por outro lado, seu instinto erelim também influencia Samiel a ser beligerante, embora o elohim demonstre uma preferência nítida por combates justos.

Como seus irmãos e irmãs em Akasha, Samiel, mesmo com sua benevolência acentuada, possui uma visão de mundo focada em uma escala multiversal. Mesmo indisposto, ainda mais que o elohim comum, a causar mal a outrem, Samiel compreende que seu dever se estende por toda a Criação, seja como guia ou protetor. Falhar nesse dever pode ter resultados catastróficos, portanto "pequenos sacrifícios" são aceitáveis para manter o bom funcionamento da Criação. Fora da Torre, o exemplo clássico da aplicação dessa mentalidade era a guerra contra o Malebolgium, um conflito que se perdido poderia resultar na transformação de um universo em um antro de monstruosidades - logo, qualquer método poderia ser usado para impedir o avanço da invasão, mesmo que significasse o fim de outras espécies no processo (uma lógica que mesmo Samiel era capaz de compreender e considerar aceitável, ainda que amargamente). Dentro da Torre, não aparentando existir tamanha escala de ameaça (ainda), o elohim opta por reduzir ao máximo sacrifícios individuais.

Como o resto de seu povo, o elohim tende a subestimar as capacidades das espécies "inferiores", enxergando-os mais como crianças ainda em fase de crescimento do que iguais de fato. Exposto à Torre e seus efeitos debilitantes, Samiel agora precisa encarar a realidade de que é igual aos outros competidores em vários aspectos, e que depende deles para sobreviver. Apesar de, originalmente, jamais se imaginar tendo membros de outras espécies como "amigos", Samiel passou a demonstrar um nível de apreço por seus colegas, em especial Luciela e Lysergia, a primeira por sua existência peculiar e a segunda por, até então, ser a única pessoa a chamá-lo de "amigo".

Histórico Edit

AkashaEdit

Concebido em uma cidade onde o próprio tempo reside, o elohim Samiel emergiu das profundezas da Piscina Primordial, um emaranhado de luz, poder e emoção conscientes, adotando uma forma apenas vagamante humanóide, junto de tantos outros, no fundo de Navitas, o Terrário da Vida. A seu lado, uma existência-irmã o recebeu na Criação, lhes dando as boas vindas e uma armadura dourada para residir. Em seguida, o fez escolher um nome. Essa foi a primeira memória de Samiel sobre seu nascimento. A existência que o recebera, uma ishim elohim que se identificara como Jophiel, serviu como seu guia temporário pela existência. Calma e paciente, Jophiel apresentou para Samiel suas origens, oferecendo-lhe informações que tornavam-se naturais para ele a medida que as compreendia.

Quando nada restava a ensiná-lo, Jophiel encaminhou Samiel para o distrito de Vilon, onde o elohim passaria a residir em uma das muitas "zonas" que constituíam o distrito. A de Samiel, em particular, era única no sentido de ser quase que exclusivamente habitada por outros erelim, uma homogeneidade que parecia pouco interessar a Samiel. Com tantos guerreiros, dificilmente interessados em artes mais sutís, Samiel se viu perplexo com o quão era diferente - pertencia a mesma casta, mas não compartilhava do apreço pelo combate com a mesma intensidade de seus irmãos-vizinhos. Procurando por paz, o elohim passou muito de seu tempo indo e voltando de Abel, o Acervo Universal, cada viagem com um livro diferente em mãos, para então lê-los no virtualmente desolado Jardim de sua zona (afinal, todos os seus irmãos se entretiam nos campos de treinamento de Makhon, o distrito militar de Akasha), apenas com a companhia dos hayyoth que habitavam o lugar, recebendo o apelido de "Bibliotecário de Guerra" de seus vizinhos. Foi nessa rotina que Samiel descobriu que seu Jardim desolado, afinal, não era tão desolado. Só não imaginava que encontraria ninguém menos que Jophiel, a ishim que o guiara por seus primeiros momentos na Criação.

Possuindo a vantagem de já se conhecerem previamente, Samiel e Jophiel formaram uma rápida amizade, encontrando-se constantemente para lerem e cuidarem do Jardim juntos. Samiel achava o instinto materno de Jophiel, herdado da então Ark da Vida, Miriel, fascinante. Jophiel, por sua vez, apreciava o interesse cada vez maior de Samiel pelos habitantes "inferiores" da Criação, que compunham o legado deixado por Raziel, o primeiro Ark da Vida, mas temia que o apreço do erelim fosse apenas superficial. Por muito "tempo", Samiel e Jophiel repetiram suas rotinas, com a ishim tentando ensinar os dogmas de sua casta para o amigo, enquanto o erelim trazia mais e mais livros sobre a Criação para dentro do Jardim de Jophiel, com o intuito de aprender mais sobre os povos que ele "protege".

O dia chegou, porém, em que Samiel seria convocado para uma Hoste, um exército de Akasha, com o intuito de confrontar os inimigos mortais da Criação: as incompreensíveis abominações anômalas que compunham o Malebolgium. Entristecido, Samiel não conseguiu se despedir pessoalmente de Jophiel, que naquele momento estaria na presença magnânima de Metatron, o Serafim, junta de todos os outros ishim de Akasha, para se apontar o novo Ark da Vida (a Ark anterior, Miriel, tendo sua vida ceifada por um Soberano Desconhecido particularmente poderoso). Ao invés disso, deixou uma carta no pequeno templo situado no centro do Jardim, onde costumavam se encontrar.

 Guerra em AlsmieaEdit

A primeira batalha de Samiel se daria em um pequeno planeta chamado pelos nativos de Alsmiea. Localizado em uma galáxia jovem, era o tipo de lugar onde o Malebolgium se manifestaria pela primeira vez. E dessa vez não foi diferente. Liderados por um Soberano não identificado, os malebolge começaram a assolar os habitantes daquele planeta, os qems, ao mesmo tempo em que o transformavam aos poucos em um pedaço de Lucifugium. Do interior do Potestade, a Hoste de Samiel, liderada pelo erelim ascendido Galadriel preparou-se para o combate.

Descendo ao som de cornetas e turbinas, a Hoste elohim entrou no combate, purificando a primeira onda malebolge quase que instantaneamente, em uma das poucas cidades qem que sobreviveram à invasão. Samiel, como o erelim mais novo da Hoste, foi relegado para a retaguarda, equipado com uma Pacificadora, para oferecer auxílio à distância, e uma Purificadora para o caso de combate corpo-a-corpo se fazer necessário. Por horas, a Hoste destruiu ondas e mais ondas malebolge, raramente perdendo soldados na batalha. Os soldados qem, incapazes de participar do combate sem serem pegos no fogo cruzado, apenas observavam maravilhados a facilidade com a que seus salvadores destruiam as tropas inimigas que os haviam massacrados tão facilmente.

Tudo parecia estar muito fácil, mas mesmo com cada vez mais malebolges desaparecendo em um brilho esbranquiçado, cortesia de suas armas, o Soberano não se revelava. Samiel notou isso, e sentiu que algo estava estranho, até que um barulho preencheu o campo de batalha. Samiel havia lido sobre isso, aquele som que pareciam milhares de turbinas trabalhando ao mesmo tempo, mesmo com a ausência de naves não-elohim, seguida de um tremor cada vez maior da terra ao seus pés. Quando Galadriel gritou "Inquisidor" e ordenou seus irmãos a se prepararem, os medos de Samiel se concretizaram.

Acompanhado do que muito bem poderiam ser milhões de malebolges, um colosso de ferro negro caminhava na direção da Hoste, um misto de fúria, malevolência e insanidade, exalando uma quantidade tão intensa de malessência que ameaçava assimilar todo o campo de batalha antes mesmo do conflito se iniciar. Com a chegada do Inquisidor, o rumo da batalha mudou totalmente. Galadriel foi o primeiro a confrontar o gigantesco malebolge, que superava em muito a altura de todos os presentes, usando toda a sua força apenas para empurrá-lo para fora do campo de batalha.

Com Galadriel e o Inquisidor batalhando em outro lugar, a Hoste precisou lidar sozinha contra a horda malebolge que avançava. Mais fortes, rápidos e resistentes do que os demônios das primeiras ondas, a horda se provou uma calamidade maior do que os elohim estavam preparados para enfrentar. Pouco a pouco, a Hoste de dezenas de milhares de elohim diminuia, destruidos ou assimilados pelas bestas, que por sua vez pareciam infindáveis. Samiel perdeu a conta de quantos malebolges purificou naquele dia, mas de pouco adiantava. Não havia esperança naquele mundo. O Soberano sequer precisaria se revelar para vencer aquela guerra, e a queda de Galadriel selou o acordo.

Samiel mal teve tempo de reagir quando o erelim ascendido caiu como um cometa branco no campo de batalha, causando uma explosão de luz sagrada que purificou dezenas de malebolges ao seu redor com sua queda. Mas apesar da entrada triunfal, Galadriel jazia derrotado no chão, suas asas perdendo rapidamente o brilho. O Inquisidor caiu em seguida, sua queda criando uma enorme cratera, com ele e Galadriel em seu centro. Com um machado quase do seu tamanho, o malebolge preparou o golpe final, apenas para ser impedido por Samiel que, agindo por instinto, pôs-se entre o Inquisidor e Galadriel, permitindo que seu superior celestial recuasse. Samiel tentou bravamente enfrentar o Inquisidor, mesmo com sua óbvia inferioridade em relação ao malebolge, mas tudo que conseguiu foi ter seu corpo partido ao meio pelo machado do monstro. E simples assim, o elohim aceitou a morte, perdendo a consciência antes do conflito terminar.

SalvadorEdit

Samiel acordou em uma oficina em Alsmiea, na cidade-fortaleza Qreah, uma das últimas cidades qem que restaram no planeta. Confuso com sua sobrevivência e nova aparência, o elohim estava para partir quando foi abordado por um velho qem que tentou iniciar contato. Apesar de seu tradutor pessoal ter sido destruído em combate, o elohim estudou o suficiente sobre o idioma qem para conseguir responder o velho. Surpreso, o qem idoso apresentou-se como Uslaw, o último sábio da cidade. Com a morte de seu mestre na última batalha contra o Malebolgium, Uslaw relata a Samiel que o encontraram após o combate, enquanto buscavam por sobreviventes. Segundo Uslaw, após Samiel ser derrotado pelo Inquisidor, seu irmão celestial havia desferido um ataque devastador no golias malévolo, fazendo-o explodir em uma núvem branca. Com o Inquisidor destruído, os elohim conseguiram forçar o resto da onda malebolge a recuar para o pedaço de irrealidade que eles ocupavam. Infelizmente para Alsmiea, a vitória teve vida curta, pois logo depois os elohim partiram.

Informando a Samiel que isso já fazia três dias, Uslaw prosseguiu com sua explicação sobre como salvaram sua vida ao reparar sua armadura, expondo-a a outros objetos metálicos ao descobrirem a peculiaridade do akashium. Surpreso com a engenhosidade dos qem, Samiel agradeceu a seus salvadores e, quando questionado se partiria também, deu sua palavra de que ficaria.

Sem entender, o elohim passou a ser tratado como um herói por aquele povo. Sua própria armadura, alterada pelos qem, transmitia essa ideia, fazendo o erelim parecer muito mais santificado do que o normal. Por onde andava, Samiel era recebido com elogios e respeito, mas também com temor e esperança. O elohim precisava lidar com a ideia de que era a única esperança daquele povo, o único que tinha alguma chance contra os malebolge invasores, e Samiel sabia que isso não era suficiente. Aquele planeta estava perdido, mas Samiel não pensava em sair. Sua sobrevivência e falta de meios de comunicação o faziam um renegado atípico, mas um renegado ainda assim. Não lhe restava mais nada além de passar o resto de sua curta existência naquele mundo, com aqueles seres. E assim o fez.

Por uma semana no tempo dos qem, Samiel acompanhou os qem, sabendo que qualquer dia poderia ser o último. Não admitia ser adorado, mas isso não impedia os qem de respeitá-lo. Morando no castelo do antigo senhor da cidade, agora sob os cuidados de Uslaw, o elohim passava seus dias aprendendo sobre a cultura do povo, sua história e mitos. Quando requisitado por Uslaw, acompanhava o velho qem pela cidade, oferecendo falsas esperanças para quem a aceitasse. E quando a noite chegava, e os qem se recolhiam para dormir, Samiel rezava. Para os Arks, pedindo força para enfrentar seu destino final. Para Raphael, o Ark do Poder, que fizesse seus poderes serem o suficiente. E para o Criador, apesar de não se achar digno, que salvasse aquele povo. Na sétima noite, suas preces foram atendidas.

Na noite do sétimo dia, algo diferente aconteceu, um leve distúrbio na Criação. Um distúrbio que Samiel sentiu imediatamente, dada à sua sintonia com a Criação. Começou como uma estranha sensação, evoluindo por um número de pequenas anomalias quase indetectaveis, como a forma que o vento soprava, o som que os insetos faziam e o estranho barulho do silêncio. Samiel sabia que estava sendo chamado, talvez até convidado, e seguiu a anomalia até a fonte. Quando se deu conta de que era no limiar que separava a Criação de Lucifugium naquele planeta, o elohim hesitou. Uma enorme parede de névoa bloqueava seu caminho, mas passar por ela poderia significar a perdição. Do outro lado, uma presença infinita se fazia presente, uma existência que Samiel identificou como o Soberano se aproximando - teria sido ele quem o convocara, ou a própria abominação fora chamada também? Sem saber o que pensar, o elohim atravessou a névoa. E foi assim que chegou à Torre.

Andar ZeroEdit

A primeira impressão de Samiel da Torre foi a mais pura confusão. Não reconhecia aquele lugar. Mesmo tendo lido tantos livros do Acervo, nenhum deles faziam sequer alusão àquele lugar. Seus habitantes, ou ao menos aquele que se dizia um instrutor, não pareciam particularmente intrigados com sua presença. A seu lado, um grupo de humanóides que lembravam qems o acompanhava, temerosos, mas ao mesmo tempo valentes. Eles não pareceram tão valentes depois que o suposto instrutor explicou exatamente a natureza do lugar em que estavam, porém.

O elohim acompanhou em silêncio a explicação do suposto instrutor. Em seu âmago, sabia que aquilo era intrinsecamente errado. Um esporte sangrento e sádico, à sua mente, cuja maior ofensa fora pensar que poderiam incluir um elohim no meio. Ao ouvir que metade dos participantes deveriam morrer, Samiel desejou punir o instrutor, mas se conteve com o conhecimento de que seria uma atividade infrutífera, já que matá-lo não resolveria nada. Decidido a, então, atacar a fonte do problema, o elohim desceu até o andar com uma resolução: se alguém havia criado essa regra, puniria o responsável. Todos eles.

Para a infelicidade do elohim, a realidade se provaria particularmente incômoda. Sua primeira provação foi descobrir-se incapaz de segurar um infante humanóide, portador de uma estranha habilidade. Sem tempo para pensar, ignorou o ocorrido e pôs sua atenção a um grupo que parecia promissor - o mesmo que viria a ser o seu grupo de fato, composto por LysergiaMet, Star e Uther. Quando o grupo se separou, as primeiras ações do elohim envolveram proteger os que não conseguiram chegar à terra. Após matar dois espécimes peculiares, por necessidade, Samiel se apresentou ao grupo e passou a observá-los de perto, acompanhando-os até uma clareira. 

Enquanto preparavam-se para o resto da provação, Samiel e Star entraram em conflito com um outro grupo de Climbers em potencial. Embora Samiel tenha tentado negociar com eles, coisa que quase conseguiu, Star disparou, temendo pela saúde do elohim, matando instantaneamente um dos membros do outro grupo. O conflito que se seguiu serviu para confirmar os temores do elohim: havia sido igualado. Tendo perdido suas capacidades originais, começou a demonstrar imensa dificuldade contra seus oponentes, terminando o conflito exausto e necessitando da ajuda de Uther. No final, Samiel e seu grupo saíram vitoriosos, com todos os oponentes mortos ou em retirada. A vitória, apesar de amarga, foi pouco aproveitada, pois momentos depois seres estranhos apareceram nos céus da prova. 

Aqueles dois seres, detentores de uma presença tão aterrorizante que forçaram até Samiel a perder a compostura, foi algo inédito. Era algo que Samiel desconhecia na Criação, o Inquisidor sendo a criatura mais próxima do que sentira. Frente a tamanha anomalia, o elohim foi forçado a engolir seu orgulho e fugir com o resto de seu grupo. Nesse instante, as duas figuras anunciaram que haviam sabotado o teste do andar, e que a única forma de avançar seria encontrando e ativando uma de poucas misteriosas relíquias. Quem não conseguisse, morreria. Abalado pela notícia e pela ousadia daqueles mortais, Samiel decidiu que lhes passaria julgamento quando recuperasse suas habilidades originais. Infelizmente, algo parecia interferir ainda mais em suas habilidades, impedindo o elohim de manifestar suas asas e ativar suas armas.

Pouco tempo depois, o grupo de Samiel viria a se encontrar com um grupo de sobreviventes refugiados em uma gruta que pouco fazia para escondê-los. Apiedando-se de sua situação, Samiel deu sua palavra que os protegeria, embora sua presença não tivesse sido muito bem recebida. Nessa mesma hora, conseguiu convencer Uther a não matá-los, fazendo a criatura brutal refletir sobre o que desejava para sua existência. Quando um barulho estranho ecoou no interior da floresta, Star e Uther deram perseguição. Samiel, embora apreensivo, seguiu os dois, acreditando que haveria tempo de retornar para seus novos protegidos. Se enganou.

Encontrando-se com o resto do grupo, trazidos para a ilha onde estavam graças à intervenção de outro grupo de Climbers, esses veteranos, Samiel não participou muito da conversa subsequente. Quando a comoção acabou, Met se ofereceu para escoltar os céus, onde uma das relíquias estava. Samiel apenas pôde observar impotente a criatura se arriscar desmedidamente, pois seu controle ainda estava a mercê da estranha interferência. Enquanto esperavam Met retornar, Lysergia apontou para cima, exclamando que estava "chovendo amigos" - afirmação esta que se mostrou verdadeira com a queda eminente de uma estranha criatura coberta por malessência. Detectando a energia vil instantaneamente, Samiel assumiu posição de batalha, não imaginando que Uther o usaria como apoio para alcançar a criatura em queda. Preparando-se para atacar a criatura, Samiel foi impedido por Uther, que valeu-se da mesma lógica que outrora o havia convencido a poupar os sobreviventes da gruta. Apesar de rápido em desconsiderar a lógica de Uther, o elohim hesitou ao perceber que o cavaleiro negro não apresentara nenhum sinal de corrupção, e mesmo a criatura não parecia ser um malebolge, mas sim uma garota humana comum.

Identificando-se como Luciela, a garota demonstrava um lado claramente defensivo, mas a supressão da malessência, por sua parte, pegou o elohim completamente desprevinido. Da perspectiva de Samiel, esse fenômeno era tão sem precedentes quanto a própria Torre. Em todos os livros do Acervo Universal, Babel, que Samiel lera, nenhum falara sobre híbridos malebolge, mas a humana parecia ser um exemplo vivo. Interpretando a existência de Luciela como um sinal do Criador de que a corrupção malebolge poderia ser combatida, Samiel parou de ameaçar a garota, tentando reconfortá-la no lugar, e explicando-a sobre sua própria relevância para a Criação. Não teria mais tempo para conversar, porém, pois logo depois Star estaria, com a ajuda de Uther, apanhando Met, que estava em queda livre após capturar a relíquia. Gritando a plenos pulmões, Star pediu ajuda a Samiel que, percebendo o fim da interferência de outrora, partiu o mais rápido que pôde para alcançar seus aliados em queda. A influência da relíquia, porém, quase tornou o sucesso de Samiel em um esforço em vão: tamanha era sua malevolência, que o mero toque deixava o elohim extremamente doente. Caindo em uma poça de lama, o elohim quase que imediatamente buscou se afastar, por muito pouco não destruindo a relíquia no processo. Após isso, apenas esperou enquanto seus colegas confrontavam a entidade da relíquia.

Com o "sucesso" do grupo, a relíquia transformou-se em uma porta aberta. A princípio desejoso de buscar os sobreviventes, os planos de Samiel foram interrompidos com a rápida intervenção de Uther, que literalmente o atirou em direção à porta. 

Olho do CéuEdit

Após passarem pela porta, os Climbers foram sujeitados a uma viagem interdimensional, algo rotineiro para Samiel. Porém, quando chegaram em frente ao espectro de um estabelecimento, a uma dimensão de distância, Luciela e Samiel foram puxados para cima e postos de frente a um estranho objeto, que para o elohim era estranhamente familiar. Recebido com um aviso agourento que dizia "A Criação o observa", Samiel sentiu inúmeras presenças elohim se aproximando, mas fora arrastado de volta a seu grupo antes que pudesse fazer algo a respeito. Quando se deu conta, havia saído de um armário e estava de quatro em um chão de madeira, enquanto um número desconcertante de humanóides alados observava seu grupo, cada um deles portador de uma minúscula presença elohim. 

Os "anjos", como alguns deles se chamavam, se revoltavam com a presença da parte humana do grupo, enquanto Samiel tentava fazer sentido do que havia acontecido. Quando finalmente se levantou para defender seu grupo, um silêncio abateu o salão da taverna, com cada um dos "anjos" confusos com sua presença. Indignado, o "anjo" que se aproximara inicialmente começou a questionar o elohim, duvidando da veracidade de sua existência, o que fez com que Samiel revelasse todas as suas características elohim, ainda que enfraquecidas pela Torre. Para a surpresa do elohim, não foram os "anjos" apavorados que se manifestaram, mas Lysergia, que passou a defendê-los, fazendo Samiel se lembrar de Jophiel pela primeira vez desde que entrara no Potestade.

Com o aparecimento de Kaim, uma onda de incerteza e receio bateram em Samiel. Assim como o resto de seu povo, Kaim era um "anjo", mas sua presença era muito superior a de muitos dos irmãos erelim de Samiel, e isso preocupava o elohim. Chamados para acompanhá-lo até o palácio, o grupo de Samiel passou a acompanhar Kaim pelas ruas de seu mundo. No caminho, Samiel reconheceu o "Olho de Deus" que havia visto em sua viagem até o mundo dos "anjos", confirmando que a familiaridade que sentira não era coincidência: aquela era uma construção claramente akashiana.

Habilidades e Poderes Edit

Pré-Torre Edit

Poderes e Capacidades Edit

  • Aspecto da Criação - Poder

Por baixo de sua armadura e até mesmo da luz primordial que o compõe, Samiel é uma existência que personifica uma ínfima parte de um dos Sete Aspectos da Criação, especificamente o Aspecto do Poder. Um dos aspectos mais poderosos da Criação, os erelim possuem a capacidade natural de exercer poder sobre todas as coisas, inclusive seus próprios corpos e o de outros. Em função de sua dúplice natureza, entretanto, Samiel possuía uma ligação limitada com seu Aspecto predominante, estando restrito a meramente potencializar as capacidades físicas de seu corpo a níveis consideravelmente sobrehumanos.

  • Aspecto da Criação - Conhecimento

Diferente de qualquer elohim, Samiel é um erelim ligado não apenas ao Aspecto do Poder, mas também ao do Conhecimento. Embora sua ligação com este Aspecto ser limitada, ainda é o bastante para gerar dois efeitos peculiares. Graças à esta ligação, Samiel obteve um desejo impressionante de aprender novas coisas, juntamente de uma curiosidade incontrolável. Da mesma forma, o elohim é detentor de uma facilidade de acumular e dominar conhecimentos muito maior que seus outros irmãos erelim, embora não na mesma escala que os tapsarim. O segundo efeito de sua ligação com o Aspecto do Conhecimento, por sua vez, é um, ainda inconsciente, talento natural para com as artes místicas - a capacidade de aprender e executar o poder conhecido como magia.

  • Fisiologia Elohim

Como todos os membros de sua espécie, Samiel é, em seu âmago,  uma existência espiritual. Um ser de luz, harmonia e sons, criados no fundo da Piscina Primordial em Navitas. Dessa forma, todo elohim compartilha de certas características físicas, como listadas a seguir:

Corpos Falsos: Seus corpos físicos, em absoluto, não passam de meras cascas, criados para armazenar sua essência de forma que possam interagir com o mundo físico. Até os raros elohim que aparentam possuir corpos de carne e osso revelam, quando suficientemente danificados, rachaduras por sua pele, expondo a luz primordial interior. Todo elohim é capaz de sobreviver e funcionar sem a necessidade de um corpo físico, mas suas formas verdadeiras são consideravelmente mais frágeis que suas proteções de akashium.

A maioria dos elohim mais fracos e jovens possuem uma ligação particular com seu corpo hospedeiro, sentindo todos os danos recebidos por ele como se fossem uma única criatura. Embora extremamente difícil, em muitos casos a destruição de um corpo habitado por um elohim menor resulta na "morte" do mesmo. Elohim mais poderosos e experientes não possuem a mesma vulnerabilidade, se fazendo necessário que o próprio corpo real seja alvejado, o que torna o processo de derrotá-los consideravelmente mais dificultoso.

Pseudo-Imortalidade: Elohim são virtualmente imortais, podendo viver para sempre enquanto seus corpos não forem destruídos. Em função de sua imortalidade, elohim são imunes a qualquer morte natural, como doença e velhice, podendo sobreviver até mesmo nas regiões mais inóspitas sem quaisquer problemas. A única forma de destruir um elohim é avariando consideravelmente seu corpo verdadeiro, seja através de dano direto ou valendo-se da ligação que a maioria possui com seus recipientes físicos para matá-los indiretamente.

Força Sobre-humana: Elohim são consideravelmente mais fortes que um ser vivo normal, com o mais fraco deles sendo capaz de erguer até cinquenta toneladas sem muitos problemas, quando em seu estado natural. A força física de um elohim tende a variar de acordo com seu poder individual e com o receptáculo de sua essência - mesmo o elohim mais fraco pode erguer um peso além de seu limite se residir em uma criatura capaz de feitos igualmente altos de força.

Velocidade Sobre-humana: Mesmo o mais fraco dos elohim são muito mais rápidos do que qualquer ser vivo comum poderia considerar chegar. Muitos são capazes de funcionar em velocidades que humanos considerariam difíceis de se acompanhar com o olho nú, podendo até mesmo superar barreiras como a do som sem a necessidade de amplificações físicas, dependendo do elohim.

Recarga Universal: Elohim possuem uma ligação sobrenatural com seus Aspectos patronos, de tal forma que seus próprios corpos são uma extensão da força primordial que representam. Embora dificilmente encontrem-se em situações de desgaste físico (uma ocorrência extremamente rara entre elohim), existem casos que forçam o elohim a níveis de desespero. Para balancear esta fraqueza, elohim podem valer-se de sua ligação com seu Aspecto patrono para se "recarregarem", absorvendo quantidades variáveis do Aspecto, presente no ambiente. Assim, os próprios corpos dos elohim servem como baterias vivas, podendo armazenar e distribuir particulas do Aspecto absorvido como bem entender.

Possessão: Por serem criaturas essencialmente espirituais, os elohim não estão limitados a um único corpo físico (embora a maioria ainda "morra" caso seu corpo atual for destruído). Enquanto permanecer vivo, um elohim é capaz de migrar sua essência para outro corpo físico, orgânico ou não. Em se tratando de hospedeiros vivos, uma medida comumente vista como anti-ética e de último recurso, o elohim possui a opção de tomar o controle do corpo para si ou permitir que o possuído funcione normalmente. É válido lembrar, porém, que apenas akashium é capaz de comportar adequadamente a essência de um elohim, qualquer outro "hospedeiro" sendo eventualmente "consumido" por não ser capaz de comportar uma existência tão grande dentro de si. Alguns hospedeiros, no entanto, são mais compatíveis à essência elohim do que outros - estes seres, raros como se deve imaginar, são comumente efeitos colaterais de experiências evolutivas elohim, podendo traçar sua origem a um hayyoth, ou mesmo um próprio elohim, como é o caso dos nephilim - e são capazes de suportar a pressão de uma possessão elohim por meses ou mesmo anos. Quando possuido, o corpo de um hospedeiro orgânico passa a exibir faixas e símbolos luminosos ao longo da pele, além de características próprias de sua casta, assim como recebe acesso a todas as características "naturais" e "sobrenaturais" do elohim inquilino, além de suas próprias.

Sentidos Akashianos: Talvez em função de sua natureza como espíritos universais, os elohim possuem sentidos diferentes dos normalmente possuídos por seres vivos. As sensações de um elohim encontram-se níveis de magnitude acima do ser vivo comum, podendo até mesmo funcionar de formas completamente distintas.

  1. Um elohim é capaz de "ver" muito mais do que a forma física das coisas iluminadas pela luz. Capazes de enxergar a Criação "como ela foi feita para ser contemplada", um elohim pode ver não apenas além que um ser vivo comum, mas também a "beleza" e a "verdade" das coisas. Para um elohim, enxergar a essência de algo é uma tarefa tão trivial quanto reconhecer expressões faciais para um humano, e é como suas visões são mais utilizadas - detalhes que podem escapar ao olho comum podem ser reconhecidos por um elohim, desde algo simples como a dor no rosto de um ser vivo à coisas mais complexas como a "verdadeira natureza" de um indivíduo ou a composição molecular de um determinado objeto. É através desse sentido que um elohim é capaz de reconhecer outro, mesmo que seja fisicamente idêntico a ele, e também como ele parece saber muito mais sobre um ser vivo do que ele deixa transparecer.
  2. Como a "visão" descrita acima, um elohim possui um senso de "audição" extremamente diferente de outros seres. Capazes de "escutar a voz da Criação", um elohim pode reconhecer vozes e melodias até mesmo nas coisas mais simples, como o soprar do vento e o balançar das águas. Muitas vezes, em casos de necessidade, elohim podem se comunicar através destas ferramentas sutis, o que normalmente permite a outro elohim reconhecer o padrão dos fenômenos e a interpretar a mensagem. Essa "audição", embora não se estenda a telepatia, também permite a um elohim reconhecer as emoções de um ser vivo através de sua fala, e lhe garante uma facilidade natural em entender idiomas com os quais nunca teve contato antes.
  3. Embora desprovidos de tato da forma como se conhece na biologia, os elohim possuem sua própria maneira de sentir as coisas que independe do toque. Mesmo com suas resistências, um elohim possui a capacidade de natural de mensurar sensações tanto físicas (ex. temperatura, dor, pressão, etc) quanto mentais (ex. emoções, confiança, estado de espírito, etc) e até mesmo sensações mais abstratas (ex. nível de corrupção, saúde física e mental, desordens mentais, etc), tanto dele quanto de outros seres vivos, sem a necessidade de contato direto entre ele e o objeto-alvo. Muito usado em combinação com a "visão" de um elohim para descobrir mais sobre a vida ao seu redor.
  4. Diferentemente de seres vivos como os humanos, o sentido elohim paralelo ao paladar possui função distinta ao de meramente reconhecer o gosto de comidas. Não necessitando de comer e já possuindo um sentido que lhe permite reconhecer a composição de objetos como alimentos, elohim usam seu "paladar" em conjunto com a audição para gerar uma habilidade natural em falar qualquer idioma, independentemente das características físicas necessárias para pronunciá-lo. Mais que isso, por não possuirem cordas vocais, esse sentido transforma todo o corpo real do elohim em um emissor de som, possibilitando que o elohim não apenas participe de multiplas conversas simultaneamente como também emita sua "voz" por inúmeras direções. Por sua própria natureza, um elohim também não possui voz própria, podendo gerar manualmente um sistema de sons que lhe agrade ou mimicar perfeitamente a voz de outro ser vivo.
  5. Outra consequência de sua ausência de um corpo físico verdadeiro, elohim também não possuem o sentido do olfato, utilizando um substituto similar, mas com propósitos distintos. Não necessitando sentir o cheiro, propriamente dito, elohim podem captar sensações ambientes e interpretá-las perfeitamente, assim como rastreá-las à sua fonte. Com o "cheiro", um elohim pode discernir a composição química do objeto, assim como os "ingredientes" utilizados para criá-lo, mesmo sem manter contato visual com ele.
  6. Talvez o sentido akashiano mais poderoso e mais intenso seja o que surgiu não em suas concepções, mas foi obrigado a existir em função do eterno conflito com o Malebolgium. Representando um paralelo com o místico "sexto sentido" tão presente em lendas mortais, elohim são capazes de sentir a presença e aproximação de seres que não pertencem a seu plano de existência, adversos ao bem-estar da Criação, como os próprios males. Há muito já determinado que existem coisas "além da Criação", este sentido permite aos elohim perceberem e se prepararem aos avanços de males e outros invasores "fora do contexto" de Akasha. Em muitos elohim, essa sensação se manifesta também como uma súbita e momentânea instabilidade em suas formas, forçando-as a se contorcerem caoticamente na direção da criatura alienígena.

Presença Erelim: Elohim possuem a capacidade natural de influenciar os sentimentos e emoções de outros seres vivos ao seu redor, um fenômeno explicado como uma "aura". Cada Casta de elohim possui uma presença própria, transmitindo sensações diferentes aos seres vivos ao seu redor. A Presença Erelim, quando manifestada, transmite uma verdadeira enxurrada de confiança e paz aos seus arredores. Seres vivos tocados por esta aura vêem no erelim não uma ameaça, mas como um Campeão de tudo que existe no universo. A intensidade da Presença de um elohim, normalmente, é usada como meio de se calcular naturalmente o poder estimado por parte de outro elohim. É sabido que os membros do Conselho dos Arks e os Seraphim não possuem qualquer tipo de Presença.

Equipamentos Edit

  • Unidade Purificadora

Um dos dois tipos de armamentos mais populares de Akasha, a unidade Purificadora é um estilo de armamento que se especializa no combate corpo-a-corpo. A primeira vista, não parece em nada diferente de uma simples arma de akashium, o que por si só a faz ser uma arma particularmente poderosa. Em seu interior, um complexo mecanismo jaz adormecido, esperando ser ativado. Uma vez ativado, em um processo que envolve a doação constante da energia vital do próprio usuário, a superfície da arma começa a mudar de cor, assumindo uma coloração que, normalmente, reflete a própria natureza do ser que a empunha. Virando um corpo completamente luminoso, a lâmina da Purificadora chega a temperaturas que pode facilmente ultrapassar os mil graus célsius, assemelhando-se em efeitos a uma arma de plasma quente. Para evitar que o calor emanado cause destruição em massa, o mecanismo o mantém contido na superfície da arma graças a uma fina película de energia. Isso, porém, não reduz a periculosidade da arma quando ativada, o mero contato com a lâmina uma experiência quase sempre se provando letal.

Assim como a unidade Pacificadora, a unidade Purificadora possui um "modo de sobrecarga", um método extremamente perigoso de aumentar o poder da arma. Ao literalmente sobrecarregar o mecanismo da Purificadora com mais energia vital do que o necessário para ativá-la, as temperaturas alcançadas pela arma crescem exponencialmente, até chegar a um ponto chamado de "ponto de dispersão". Ao chegar nesse ponto, o mecanismo da arma não mais consegue conter a própria energia gerada por ele, necessitando dispersá-lo imediatamente para evitar danos permanentes em si. Neste estado, a Purificadora começa a emitir um brilho incandescente, enquanto a película que a cobre aos poucos se desmancha, liberando o calor contido aos poucos. Quando finalmente desmanchada a película, o processo de dispersão ocorre, liberando uma onda de calor de milhares de graus em uma área de um quilômetro, capaz de tornar todo o ambiente afetado em um deserto fumegante em questão de segundos. Após o feito, se não houver perda total, a unidade Purificadora sobrecarregada exigirá sérios reparos.

A Purificadora de Samiel tem o formato de uma lança dourada com quase quatro metros de comprimento, com o lema dos erelim inscrito ao longo de seu cabo.

  • Unidade Pacificadora

Um dos dois tipos de armamentos mais populares de Akasha, a unidade Pacificadora é um estilo de armamento que se especializa no combate à distância. A unidade Pacificadora vem em várias formas e tamanhos, normalmente imitando estilos de armas das unidades Purificadoras. Em seu interior, um complexo mecanismo jaz adormecido, esperando ser ativado. Uma vez ativado, em um processo que envolve a doação da energia vital do próprio usuário, a superfície da arma começa a mudar de cor, assumindo uma coloração que, normalmente, reflete a própria natureza do ser que a empunha, por fim emitindo um intenso brilho. Neste instante, a arma começa a ter sua composição completamente alterada, átomo por átomo, até que assuma sua forma verdadeira - normalmente, um canhão acoplado em algum ponto do braço de seu usuário, perfeitamente ajustado para as proporções do mesmo, mas outras formas também podem surgir. Assim como todo armamento akashiano, a unidade Pacificadora se alimenta da energia vital do usuário para produzir seu principal método de ataque: criando em seu interior uma esfera de luz, que aos poucos começa a se expandir, cobrindo todo o interior da Pacificadora, para então ser disparado como um raio de luz super concentrado, capaz de atravessar vários tipos de materiais com incrível facilidade, normalmente deixando um buraco cauterizado por onde passa.

Assim como a unidade Purificadora, a unidade Pacificadora possui um "modo de sobrecarga", um método extremamente perigoso de aumentar o poder da arma. Ao literalmente sobrecarregar o mecanismo da Pacificadora com mais energia vital do que o necessário para ativá-la, a intensidade de luz concentrada começa a crescer exponencialmente, até chegar ao ponto de se transformar em energia pura e instável. Ao chegar nesse ponto, o mecanismo da arma não mais consegue conter a própria energia gerada por si, necessitando liberá-la imediatamente para evitar danos permanentes em si ou arriscar que a Pacificadora exploda. O disparo subsequente, apesar de visualmente idêntico, não mais é um "mero" feixe de luz. Toda a energia concentrada no disparo se dispersa ao atingir qualquer tipo de superfície, desestabilizando os átomos de toda a região afetada, resultando em uma explosão de enormes proporções, capaz de cobrir uma área de dois quilômetros. Mais devastadora que a sobrecarga da Purificadora, o próprio atirador pode ser engolido por seu próprio ataque. Após o feito, a Pacificadora exigirá sérios reparos.

Não fugindo da norma, quando ativada, a Pacificadora de Samiel também é um enorme canhão acoplado ao braço de sua armadura. Em seu disfarce, a Pacificadora assume a forma de uma espada decorativa curta e dourada, com o lema dos erelim inscrito em sua lâmina.

  • Armadura Akashiana

Confeccionada por erelim especializados na arte da forja, a armadura de akashium de Samiel é tanto sua forma de interagir com o mundo como também sua maior arma. Por ser feita do material mais poderoso da Criação, é a defesa perfeita para todo elohim. Apesar disso, porém, ela não é verdadeiramente indestrutível, embora se necessite de fontes verdadeiramente massivas de dano para avariá-las - mesmo outras armas akashianas encontram dificuldades em atravessar uma armadura de akashium.

NavegaçãoEdit

Personagens
Grupo Wind AngelBlue StarIdrisLichtLucielaLysergiaMetOneRomeroSamielSimonUther
Grupo Ice AbelAnnwnKemelRaziaSaturnoYaaenia
Grupo Stravos Cabeça-de-LataKailaLichtMr. RibbitWang
Examinadores KrozenRinaUzirrot
Ato 1: New World RhorgonSariaSethViskras
Ato 2: Heaven's Eye EsquerdoKaimKatoLudvic • Princesa • Rei Adam
Ato 2: The Hunt Kilia

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