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Lysergia Auredi Ediethyla

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A planta transforma as coisas em amiguinhos...

Lysergia, New World, Anexo #234

Lysergia Auredi Ediethyla
File:Lys.jpg
Informações Gerais
Idade: 18
Status: Viva (?)
Alcunha: Lys, Rachel
Origem: Utopya
Informações Físicas
Raça: Humana
Sexo: Feminino
Altura: 1,80 m
Peso: 53 kg
Informações Climber
Andar: 1
Situação: Ativa
Posições: Special
Princípio: Alma
Afiliação: Grupo 1


Lysergia Auredi Ediethyla (リセルジア アウレヂ エヂエチラ , Riserujiya Aoreji Ejiyechira), mais comumente chamada de Lys (リス , Risu), é uma Climber da posição Special . As origens dela são dúbias, mas sabe-se que veio de Utopya , sem sombra de dúvida. Sem um histórico familiar, Lysergia não sabe de onde veio e nem o que é ao certo, mas sabe o que quer ser: amiga de todos.

Aparência

Lysergia é uma bela menina, a mais bonita do mundo de onde ela veio, mas também a única pessoa no lugar inteiro. Tem os olhos vermelhos e o longo cabelo cor-de-rosa, também tem a pele bem clara. Um pouco exótica e diferente, mas ela possivelmente nunca teve alguém diferente para se comparar também. É alta e magra, tem uma aparência bastante frágil, provavelmente por causa do uso excessivo das drogas de Utopya. Mede aproximados 1,80m de altura e pesa somente 53kg, intensificando a já comentada fragilidade. 86cm de busto, 61cm de cintura e 86 de quadril completam as medidas de Lysergia. De aparência inofensiva, quase parece doente, anêmica, com os olhos baixos e algumas olheiras constantes debaixo deles. Embora a roupa esconda, os braços mostram algumas marcas de seringa.

O vestuário da menina é igualmente único, uma mistura de impróprio e imprático, por assim dizer. Veste um colete vermelho que não cobre muito do corpo dela, uma vez que tem uma abertura muito grande no meio, mostrando o decote, o abdômen e a barriga inteira, parando somente um pouco abaixo da cintura.Da cintura para baixo, veste uma espécie de saia que deixa a parte da frente das pernas aberta e exposta, mas elas estão sempre cobertas por meias pretas que sobem até as coxas dela, a saia mais parece um conjunto de fitas preso à cintura de Lysergia com ajuda de presilhas enfeitadas com pétalas de uma flor. Deixa os ombros sempre à mostra, mas veste um par de mangas desanexadas do resto do conjunto. Essas mangas vão do meio do braço até o pulso. Além das mangas, também tem um par de luvas com abertura para os dedos. A cor predominante no vestuário da menina é o vermelho, com exceção das flores na cintura, que tem as pétalas laranjas e pretas. Também já usou roupas mais simples, como um vestido branco, por exemplo. Lysergia prefere roupas leves e confortáveis ao invés de armaduras e proteções.

O cabelo cor-de-rosa dela é dividido em duas tranças simétricas que caem até a altura dos seios dela. Para que o penteado dela sempre se mantenha arrumado na medida do possível, o prende estrategicamente com uma presilha ao lado esquerdo.  

Personalidade

Mais único que o vestuário de Lysergia, é a própria personalidade dela. A começar pela própria química do corpo dela, que permite com que ela esteja sempre sob efeito das inúmeras drogas da terra natal dela: Utopya. Lysergia está sempre em um estado de percepção alterada, isso é, drogada, em termos mais rudimentares. Incapaz de discernir realidade de alucinação, ela vive numa constante mescla dos dois em uma entropia incrivelmente harmônica. Talvez por nunca ter conhecido sobriedade, ela aprendeu a se guiar no meio da psicose, mas ainda sem saber quando é ilusão e quando é realidade. Na verdade, os dois conceitos são abstratos demais para ela, a mistura dos dois é tão comum que ela prefere trabalhar em cima da dúvida e da possibilidade, isso é, não interpreta o que ela vê como o que de fato está vendo, mas o que isso pode ser. Nada para Lys é preto e branco, absolutamente NADA, tudo que ela vê, fala e escuta é aberto para inúmeras interpretações, por mais absurdas que elas possam ser. A percepção do tempo, inclusive, é uma variável na vida dela. Algumas vezes se perde minutos, horas, num pensamento simples, da mesma forma como consegue fazer pulos de lógica complexos em meros segundos. 


Num mundo solitário, presa somente às próprias alucinações, Lysergia não desenvolveu muitos hobbies além de se aprofundar nos pensamentos infinitos dela, mas com certeza desenvolveu um vício em drogas, em estar sempre de "mente aberta". Nunca teve muito contato com pessoas de verdade, por isso deseja tanto a companhia de outros. Nunca encontrou nenhuma pessoa no mundo dela. Talvez possa até ter encontrado, na verdade, mas sempre era difícil para ela diferenciar as pessoas de verdade das pessoas que só existiam na mente dela, por isso ela preferiu sempre acreditar que era fruto do subconsciente, uma peça sendo pregada. Inclusive, ela não tem certeza nem se ela existe de verdade, ou se o mundo dela não é fruto da imaginação e das drogas. Questões existencialistas são constantes na vida dela. Ela tenta acreditar que o significado da vida dela é responsabilidade única e exclusiva dela, mas ela não sabe até onde ela está viva ou morta, até onde ela nasceu ou se nunca nasceu de fato. Sem memórias do passado, incapaz de se encaixar em passado, presente e futuro, Lys sente constantemente que está perdida e sem rumo.


Embora muito inexperiente, infantil e ingênua em muitos casos, não é uma pessoa má. Constantemente não entende o que as pessoas dizem ou insinuam para ela, algumas vezes pensa demais em coisas simples, por isso prefere sempre responder com palavras dúbias e metáforas ao invés de "sim" ou "não". 


História

O que eu sou, como eu me chamo?... Eu não sei, eu não sou planta, mas sou uma com a natureza, posso sentir isso. Pra que eu existo, só pra beber, comer, andar e imaginar? Eu não sei se tenho nome, mas eu gosto de Lysergia, me lembra o mar...

Lysergia refletindo sobre sua origem, seu propósito e sua razão.

Início

File:Lys2.jpg

Até para a própria Lys é difícil encontrar um momento em que ela consegue dizer que a vida dela "começou", ela não lembra de ter pai nem mãe, nem ninguém que tivesse guiado ela pelo mundo que, instintivamente, ela sabe ser Utopya. Na verdade, muito do que ela sabe vem do instinto, de maneira quase inexplicável, o que apenas contribui para a teoria de que ela não existe, nem o mundo ao redor dela. Independente, as memórias mais antigas de Lysergia não envolvem a presença de adultos, nem de seres humanos, ou pelo menos nada que parecesse com ela, muito provavelmente criaturas da imaginação dela. Distorções psicodélicas do que um dia pode ter sido um gato, um cachorro ou um pássaro. Tudo em Utopya parece distorcido e alucinógeno. Mas isso faz parte da própria geografia dessa terra: Os mares são ácidos, mas não como em ácido sulfúrico ou fosforoso, os mares mais se assemelham à dietilamida de ácido lisérgico, ou LSD. Os mares de ácido banham as praias de areia branca, areia branca que é um alcaloide famosíssimo, a cocaína. Mais adiante já se pode observar a flora diversa desse mundo insano: folha de coca, papoula, canábis, uma infinidade de espécies de cogumelo, sem contar as outras plantas e frutas que não fazem parte da realidade da Terra. Tudo, explicitamente tudo em Utopya é, de uma forma ou de outra, uma droga em potencial, algumas precisam ser trabalhadas e cozinhadas, enquanto outras podem ser extraídas direto de onde vêm. A fauna de Utopya, por outro lado, é um mistério para a própria Lysergia, que nunca pôde apreciar o lugar de maneira sóbria o suficiente para dizer o que é o que. Claro que ela encontrou diferentes seres no decorrer da vida dela em Utopya, tempo que ela é incapaz de dizer com exatidão, sequer sabe quantos anos ela têm ao total, entretanto, tudo o que ela encontrou no mundo de origem dela não é confiável, é impossível para ela dizer o que é alucinação e o que não é. Encontrou algumas formas multicoloridas e disformes que falavam, mas não sabia dizer se era o subconsciente ou outra forma de vida inteligente. Por essas e outras sempre partiu do princípio que era a única pessoa em toda Utopya, uma vez que mesmo assombrada por todas essas alucinações e visões psicodélicas, sempre manteve um sentimento que instintivamente nomeou de "solidão". Mas aprendeu a detestá-lo também, a desejar tudo o que não tinha: amigos, companhia, algo que fosse mais palpável, que fizesse ela se aproximar de um esboço de realidade. 

Embora solitária, a vida em Utopya não era exatamente desprazerosa. Muito pelo contrário, não tinha preocupação alguma na vida dela além da auto reflexão sobre sua existência. A maior parte do tempo ela podia gastar aproveitando das tantas "riquezas naturais" e entrando em torpor sempre que possível, Utopya é um lugar estranhamente pacífico e bucólico, o que sustenta a teoria de que Lysergia é a única lá. Mesmo que não tenha feito nada além de tomar LSD, fumar maconha e cheirar cocaína, Lysergia sente que fez muito no tempo que ela passou em Utopya. Teve inúmeras aventuras pra dentro da imaginação dela, jornadas introspectivas para dentro do subconsciente dela onde imaginou que era inúmeras coisas. Espiã secreta, médica, mãe, a lista de papéis que a menina ensaiou na enorme peça criativa da imaginação dela. Provavelmente não foi algo muito acurado, sempre faltou-lhe experiência própria sobre as ficções que ela montava, mas nunca faltou iniciativa e criatividade, porém. Um dos privilégios da vida em Utopya é o de não se incomodar ou atormentar com o caos, mas sim se misturar com a psicodelia e com as cores vívidas e gritantes que assombram todo o mundo, para fugir da loucura (ou para mergulhar ainda mais nela, talvez) Lysergia começou a fazer do barulho, da algazarra e do ambiente esquizofrênico como seu "lar doce lar", seu reduto de descanso. Conforme o tempo passava em Utopya, mais novas experiências e gostos ela procurava no mundo, com a esperança de que algum deles pudesse ser o guia que ela sempre quis. Sempre procurou a resposta sobre a sua existência não só na reflexão mas também nas substâncias que consumia diariamente e nas que ainda estava para descobrir. A curiosidade da garota foi tamanha que ela desenvolveu sozinha métodos para sintetizar as plantas e outras substâncias em drogas para consumo próprio. Alguns métodos foram mais intuitivos do que outros: fazer chá de cogumelo foi mais fácil do que aprender a cozinhar metanfetamina, mas Lysergia se mostrou como uma espécie de química autodidata. Ela nunca soube se foi por sorte ou destino, mas sempre sentiu que Utopya ajudava ela a encontrar novos métodos, novas substâncias, novas ideias para continuar drogada. Quase como se ela fosse uma manifestação do mundo dela, um avatar, mas nunca conseguiu uma confirmação, o que só ressaltava o maior desejo e a maior dúvida dela. 


À Caminho da Torre

File:Lys3.jpg
Por mais que Utopya pudesse apresentar mais e mais gostos e alucinações, era falho em apresentar o que Lysergia mais queria. Ela não sabe dizer se foi em anos, meses, ou até mesmo minutos, mas um dia isso não foi mais o suficiente para satisfazê-la. Quer dizer, era uma necessidade para ela já, não conseguia mais dizer em que momento da vida dela ela não era "dependente" das drogas. Mas por mais que precisasse das drogas, precisava ainda mais descobrir o sentido da vida dela, encontrar o caminho, descobrir o que de fato ela é. Nesses momentos de reflexão ela avistou uma estrela cadente no céu de Utopya. Já tinha visto muitas, sem nunca saber identificar qual era real e qual era ilusão, mas essa em especial parecia diferente, parecia alienígena ao mundo dela. As suspeitas cresceram conforme a estrela cadente ficava maior e maior, mais perto dela e do mundo onde cresceu. Para Lysergia foi muito rápido, mas nem sempre a noção de tempo é precisa para ela. Pode ter ficado horas, dias, sentada e esperando a colisão do astro, mas para ela foi tão rápido que ela não pôde fazer nada. Sentiu que era o fim da linha para ela, ficou com medo, muito medo, mas logo se lembrou que a linha é infinita. Começo e fim se misturam constantemente na infinidade de uma linha, então o fim que ela tinha pensado ter encontrado, na verdade era apenas um começo. Ela não tinha noção do que estava começando ou terminando mais, mas sentia estar pronta para continuar. Mal sabia a menina que estava saindo de Utopya para adentrar um local conhecido como "A Torre".


New World

Vejam como são lindos os golfinhos! Nós os salvamos da poluição marinha!

Lysergia num momento ecológico, New World #134



Curiosidades

  • Lysergia Auredi Ediethyla é um nome inspirado em Lysergsäurediethylamid, que é a palavra alemã para a dietilamida do ácido lisérgico, o famoso LSD.
  • Lysergia já foi chamada por Licht de "Rachel", que é o nome de uma antiga personagem do jogador de Lys.
  • Muitas vezes, Lys quebra o conceito da quarta parede, por exemplo, quando pensou que o dono da Torre era um mexicano chamado Torres. Também quando confundiu Akasha com o banco Caixa Econômica, ainda que não existam bancos nem mexicanos em Utopya.
  • Durante a estadia dela na Torre, Lysergia já cantou algumas vezes, mas sempre músicas pop dos anos 90.

Navegação

Personagens
Grupo Wind AngelBlue StarIdrisLichtLucielaLysergiaMetOneRomeroSamielSimonUther
Grupo Ice AbelAnnwnKemelRaziaSaturnoYaaenia
Grupo Stravos Cabeça-de-LataKailaLichtMr. RibbitWang
Examinadores KrozenRinaUzirrot
Ato 1: New World RhorgonSariaSethViskras
Ato 2: Heaven's Eye EsquerdoKaimKatoLudvic • Princesa • Rei Adam
Ato 2: The Hunt Kilia

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