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O meu nome? O que eu sou? Vocês só podem estar brincando!

Luciela Branstoker, [Ato 1] New World #420

Luciela Branstoker
Luciela2
Informações Gerais
Idade: 21 anos
Status: Viva
Alcunha: Lucy
Origem: Planeta Malachia
Condado de Alutana
Informações Físicas
Raça: Dhamachim
Malachiana
Sexo: Feminino
Altura: 1,65 m
Peso: 47 kg
Informações Climber
Andar: 1
Situação: Ativa
Posições: Beater
Princípio: Corpo
Afiliação: Grupo Wind
Dhamacalia
Malevolência
Protetores da Malachia

Luciela Branstoker (ルシエラ·ブランストカ, Rushiera Buransutoka), também conhecida como Lucy (ルシ, Rushi), é uma Climber da posição Beater. Originária do planeta Malachia, ela é atualmente considerada uma dhamachim, embora identifique-se como uma malachiana. Lucy é a filha caçula de Davos Branstoker e irmã mais nova de Lucius Branstoker, ambos Protetores da Malachia.

Etimologia

"Luciela" é uma variação do nome francês "Lucille", derivado do latim "luz". O nome foi escolhido justamente por fazer alusão a "luz", sendo assim irônico para uma dhamachim, cuja existência depende da escuridão. Outro motivo, é que o sentido de "luz" também pode ser interpretado como "esperança".

"Branstoker" é um sobrenome fictício. O sobrenome foi escolhido como uma homenagem a "Bram Stoker", o autor de Drácula. "Bram" é uma derivação do nome inglês "Abraham", que significa "pai de todos", enquanto "Stoker" é um sobrenome inglês, que significa "fogueiro". Embora "fogueiro" esteja ligado a antiga ocupação de manter as chamas das fornalhas acesas, o sobrenome também faz alusão as Dádivas, que carregam o Fogo da Criação, podendo assim ser interpretado como "pai de todos os fogueiros".

Aparência

Padrão

Luciela possui a aparência estática de uma adolescente de 17 anos, parecendo um tanto baixa e frágil para os padrões malachianos. Ela possui olhos azuis e cabelos prateados, que são características tipicamente centurianas. O seu corte de cabelo é em maior parte bagunçado, com exceção das duas longas tranças nas laterais e sua franja, sempre caída.

Maleficada

A aparência de Luciela varia conforme o seu estágio de maleficação e uso da Malessência. Ao utilizar os seus dons sombrios, os seus olhos geralmente mudarão de cor, variando entre o púrpura e o vermelho. Já ao passar pelo processo de maleficação, Luciela passa a perder suas características humanas gradativamente, parecendo cada vez mais com uma criatura monstruosa, embora ainda bípede.

Personalidade

Luciela tende a não ser sincera com seus sentimentos, pois os vê como fraqueza e não gosta de se sentir exposta, mas por ser uma pessoa bastante emotiva e transparente, dificilmente consegue esconder suas emoções, mesmo quando diz o contrário daquilo que sente. Quando estava sob a influência do Soberano, vivendo no Castelo Caído com outras dhamachim, procurava agir sempre com extrema frieza, para assim não levantar suspeitas em relação as suas emoções ainda bastante humanas. Contudo, mesmo quando criança, Luciela já era uma menina bastante reservada e raramente compartilhava suas emoções com sua família, com a única exceção de Lucius, o seu irmão mais velho, ao qual tinha como confidente.

Por ser metade centuriana e ter cabelos claros, as outras crianças de Alutana caçoavam dela e a evitavam, e por isso, Luciela nunca aprendeu como criar laços de amizade, tornando-se inclusive, uma pessoa muito carente e apegada ao irmão, do qual sempre tratou com grande admiração e carinho, e também como um modelo a ser seguido até os dias de hoje. Devido a figura do irmão e do pai como heróis nacionais, Luciela sempre desejou ser como eles, mesmo sabendo que jamais poderia ser, pois esse não é o papel da mulher na sociedade malachiana. Isso, contudo, não a impediu de aprender a lutar sob a tutela de seu irmão sem que seus pais soubessem.

Mesmo tendo passado pela maleficação, Luciela não apresenta os mesmos graus de insanidade e perversão que as outras dhamachim, provavelmente por ter conseguido escapar da Soberania antes de ser levada a loucura. Assim, desde que chegou a Torre, tem sido autêntica de sua própria maneira, mostrando-se uma pessoa amigável, carinhosa, corajosa, protetora e zelosa, mesmo que certas vezes seja egoísta, se deixe levar por seus temores e seja sempre a primeira a fazer comentários com uma pitada de humor negro, geralmente ofensivos. Por outro lado, desde que entrou para o seu segundo Grupo de Climbers, Luciela tem apresentado um carisma natural até então oculto, além de também ter demonstrado um certo dom para investigação e liderança.

Já um aspecto até então desconhecido para a maior parte de seus companheiros é o quão frágil e traumatizada ela realmente é por tudo que passou desde a queda de Alutana. Pode-se dizer que, embora ela mesma não tenha esquecido tudo o que sofreu, Luciela procura afastar essas memórias e pensamentos quase que inconscientemente, pois eles costumam aflorar o seu próprio lado malebolge.

História

Infância

Luciela, caso fosse necessário, você seria capaz de tirar a vida de seu próprio irmão? Suponho que seu silêncio signifique que não. Este é um fardo que nenhuma mulher deveria almejar. Espero que você entenda que o seu destino e o de Lucius serão diferentes.

Davos refere-se as dhamachim e aos deveres de um Protetor da Malachia

Lil lucy

Luciela quando criança.

Luciela nasceu no ano 1028 da Segunda Era, no Condado de Alutana. Filha de Davos e Stela Branstoker, era a segunda criança do casal, sendo seu irmão, Lucius, 5 anos mais velho. No dia seguinte ao seu nascimento, seu pai, um Protetor da Malachia, seria convocado para uma expedição pela Floresta Negra. Devido a carreira de seu pai, que o afastava de Alutana por meses, Lucy seria criada particularmente por sua mãe e irmão, mantendo assim um relacionamento afetuoso pelo pai, mas ao mesmo tempo distante e pouco comunicativo, levando-a a sua futura idealização dele como herói e modelo, já que ouvia muitas histórias sobre seus grandes feitos.

Com 8 anos de idade, Lucy desejava tornar-se uma Protetora como seu pai, mesmo sabendo que mulheres jamais poderiam ser guerreiras. Ainda assim, ela sonhava em ser uma heroína e ajudar as pessoas, cavalgando além das grandes muralhas de Alutana com sua Dádiva em punhos e retornando triunfante da Floresta Negra. Contudo, ao contar o seu sonho para seu pai durante uma sessão de treinamento de Lucius, Luciela foi repreendida com rigor, o que a levou a desistir da ideia de realizar seu desejo, embora continuasse a fantasiar, mesmo que secretamente.

Sabendo como Luciela se sentia, Lucius, já com 13 anos, decidiria repassar os ensinamentos de seu pai para sua irmã, sem que seus pais soubessem. Sempre no pretexto de que sairiam para brincar, ele na realidade a instruía não apenas em como lutar com uma espada ou montar um darano, como também contava histórias e lendas, incentivando a imaginação da menina. Com isso, Lucy desenvolveria grande admiração também por seu irmão, que um dia, tornaria-se o sucessor de seu pai, prometendo um futuro brilhante.

Devido sua ascendência e características centurianas típicas, como cabelos brancos e olhos claros, Lucy sempre foi alvo de preconceito em Alutana, pois embora a guerra entre os dois condados já tivesse terminado há gerações, o ódio entre os povos ainda persistia. Por conta disso, Lucy não conseguia fazer amizade com as outras crianças, e muitas vezes sofria com a rejeição das outras meninas ou mesmo pela perversidade dos garotos mais velhos. O seu irmão, Lucius, era quem a protegia, pois ainda que sofresse dos mesmos preconceitos, era respeitado e temido por ser herdeiro de Davos, um grande guerreiro, ou mesmo por já ter se provado forte o suficiente para enfrentar vários garotos de uma vez.

Apesar de não ser bem vista pelas pessoas, Luciela nunca abandonou sua natureza doce e gentil, embora se sentisse profundamente triste com o tratamento que recebia. Com o tempo, ela acabaria desistindo de fazer novos amigos, convencendo-se de que a única pessoa que precisava era de seu irmão. Ainda assim, Lucy acabaria despertando o interesse de um jovem da mesma idade de Lucius, chamado Klaus Grando, cuja família também era de Protetores de Alutana, e como ela, ele também era descendente de uma centuriana.

Como disputariam a liderança do exército de Alutana ao tornarem-se Protetores, Klaus e Lucius sempre foram rivais, assim como foram os seus pais antes deles. No entanto, Darius, o pai de Klaus, fora vencido por Davos, que sucedeu a liderança, permanecendo até os dias de hoje, e por conta disso, Klaus herdou não apenas o direito de sucessão, como também a amargura do pai. Contudo, aquilo não significava nada para Lucy, e por isso, sempre foi bondosa com Klaus, particularmente quando o encontrava ferido de suas brigas com os outros garotos.

Inicialmente, Klaus era grosseiro e tentava afastá-la, mas Lucy era persistente, pois via nele a chance de fazer um amigo que sofria dos mesmos preconceitos e também admirava o fato de que um dia ele seria um Protetor da Malachia. Por outro lado, Klaus começou a ver em Luciela a oportunidade de atingir Lucius, ao mesmo que começava a cobiçá-la para si. Com a ideia fixa de que Lucy deveria tornar-se sua futura esposa, Klaus revelou suas intenções para a menina, que prontamente recusou, dizendo que não pensava em se casar com o mesmo. Enfurecido com a resposta que recebeu, Klaus tentou forçá-la a aceitar, alegando que se ela não o fizesse, ninguém mais a teria. Amedrontada, Lucy fugiu para casa, onde ainda em prantos, contou tudo para Lucius, que prometeu que resolveria isso.

Na mesma noite, Lucius voltaria com escoriações e hematomas, como se tivesse participado de uma briga. Não demoraria para ela descobrir que ele havia lutado com Klaus, e que segundo os boatos, Lucius teria quase vencido, se não fosse pelo fato de Klaus ter sacado uma adaga e atentado contra sua vida. Aparentemente, a briga só chegou ao fim quando Darius, o pai de Klaus, ainda cheirando a bebida, segurou o filho e terminou de espancá-lo em praça pública, dizendo que ele estava sendo uma vergonha para a família Grando ao atentar contra a vida do filho de Davos. Desde então, Lucy passou a evitar Klaus, enquanto a relação entre ele e Lucius apenas pioraria.


Adolescência

Há algo de errado? Não consigo deixar de imaginar que sim, já que aparenta ser a única pessoa que não parece contente com essa celebração em sua homenagem. Então que tal sorrir um pouco? Pelo menos assim convencerá os outros de que está realmente feliz.

Francus percebe a tristeza de Luciela durante sua festa de debutante

Condado de Centuria 2

A capital montanhesa do Condado de Centuria.

Já com seus 13 anos, Luciela passava a participar de cerimônias, julgamentos e até mesmo viagens com seu pai e irmão. Temporariamente afastado de seus deveres como Protetor, o seu pai, Davos, utilizava-se do tempo que tinha para promover o futuro de sua filha como mãe, garantindo assim que a linhagem da família Branstoker perseverasse. Seria no Condado de Centuria em que sua mão seria acordada e prometida para Francus Howallen, que além de ser um famoso e promissor Protetor da Malachia, também era filho do Conde Borius, e por consequência, o futuro Conde de Centuria. Lucy, no entanto, não conheceria seu noivo na ocasião, pois o mesmo liderava as expedições centurianas na Floresta Negra.

Conforme a tradição alutaniana exige, ao atingir a puberdade, Luciela deveria casar-se com um representante de uma família de igual renome, com o objetivo de fortalecer os laços entre os dois clãs e também de gerar filhos de sangue puro, produtos de uma linhagem de guerreiros. Francus, já com seus 23 anos e no auge de sua carreira como Protetor, retornava de sua expedição, e com isso, encontraria-se pela primeira vez com sua noiva em Alutana, durante sua festa de debutante ao completar 15 anos de idade. Na celebração, embora Luciela tenha comportado-se como uma dama, sendo atenciosa e gentil com Francus, estava na realidade descontente com seu futuro, pois não era aquilo que almejava.

Teen lucy

Luciela quando jovem.

Embora fosse do desejo de ambos os pais que seus filhos se casassem o quanto antes, Francus era um homem ocupado com seus deveres militares e políticos, e por isso, adiou seu casamento por quase 1 ano. Durante sua espera, Lucy permaneceria na casa de seus pais em Alutana, mas por mais que apreciasse a delonga, também sentia-se solitária vivendo apenas com sua mãe, pois agora seu irmão, já com seus 21 anos, passava a maior parte de seu tempo envolvido nas expedições sob o comando de seu pai, enquanto as poucas amigas que tinha já haviam cumprido o matrimônio, e algumas até mesmo aguardavam por seus primogênitos. Portanto, ainda que treinasse sozinha, lembrando do que aprendera na infância, no fundo estava apenas aguardando pelo dia que seria obrigada a partir para Centuria, para cumprir igual destino.

Contudo, o dia de sua partida nunca chegaria. Em 1044 da Segunda Era, um mensageiro traria a triste notícia de que Francus havia perecido em combate, e com isso, o casamento já há muito adiado seria desfeito, já que o seu pai, o Conde Borius, não tinha outros filhos, mas sim três garotas, sendo a mais velha, Phaela, já prometida a Lucius, garantindo assim que os laços forjados não fossem desfeitos. Luciela, embora triste pela notícia, já que Francus parecia ser um bom homem, também não pode deixar de sentir certo alívio em saber que sua liberdade individual seria prolongada um pouco mais. Por outro lado, o seu pai, Davos, não gostou nem um pouco da notícia, e assim que retornou de sua última expedição, acompanhado de Lucius, partiram para o Condado da Lupenia, a fim de definir um novo pretendente para Lucy e assim assegurar a linhagem da família Branstoker.

Já com seus 16 anos, Luciela teria sua mão prometida ao recém-proclamado Conde da Lupenia, Maligos Vaccarias, mas devido a sucessão de Lucius como Protetor da Malachia, a sua viagem seria adiada. Finalizada a cerimônia onde Lucius herdaria o título de seu pai e sua Dádiva, Purifière, ele teria entregue um dos maiores tesouros de Luciela: o seu pingente de proteção. No dia seguinte, embora contra os conselhos de seu pai, Lucius daria início a primeira ofensiva contra a Soberania em mais de 300 anos, reunindo todos os melhores guerreiros de Alutana e proximidades. Assim começaria a primeira expedição com Lucius no comando, tendo como objetivo o extermínio dos Males que habitavam a Floresta Negra.


Queda de Alutana

Alutana in ruins

Lucius e seus guerreiros retornam após a Queda de Alutana.

Passado quase um ano desde o início da Expedição de Lucius, Luciela estava pronta para viajar para o Condado da Lupenia, onde finalmente concretizaria seu casamento com Maligos. No entanto, sem qualquer aviso, os Males e as dhamachim atacariam Alutana pela primeira vez desde que as suas grandes muralhas foram erguidas. Completamente despreparados para um ataque daquela magnitude, as muralhas ruíram diante dos Colossais e logo em seguida, a dhamacalia, liderada por Riviela Grange, invadiu a cidade. Como os melhores guerreiros de Alutana estavam com Lucius em sua ambiciosa Expedição, não sobraram mais do que crianças, mulheres e velhos para defender a cidade, que por não possuírem Dádivas como os Protetores, não tinham a menor chance contra a invasão malebolge.

Contudo, mesmo aposentado e sem uma Dádiva, Davos Branstoker ainda era um guerreiro formidável, e assim, na tentativa de proteger sua esposa e filha, enfrentou várias dhamachim meramente com uma velha espada de ferro, tendo inclusive sucesso, até ser desafiado pela líder delas, Riviela. Desgastado pela idade, ferido e sem uma arma apropriada, Davos lutou até o fim, mas não foi páreo para Riviela. Com seu pai morto, Luciela foi escondida dentro de um guarda-roupa por sua mãe que pretendia servir de chamariz para salvá-la, mas sua morte foi em vão. Pela fresta do móvel, Luciela assistiu sua mãe, Stela Branstoker, ser perfurada pela Dádiva de Riviela Grange, e por mais que tivesse tentado se manter quieta, acabou sendo descoberta pela Dama da Noite.

Como Luciela ainda era uma jovem casta, Riviela decidiu que não a mataria, e que ao invés disso, levaria a aluteniense para seu Soberano no Castelo Caído, onde ela seria transformada em uma dhamachim. Arrastada pela própria casa como um animal, Luciela testemunhou primeiro o corpo desmembrado de seu próprio pai, e ao passar pela porta de sua própria casa, deparou-se com uma Alutana dominada por fogo, morte e terror. Aterrorizada e chocada, Luciela ainda conseguiu aproveitar um breve momento de distração de Riviela para tentar se armar com a espada de seu pai e vingar-se, mas dominada pelo medo, acabou sendo facilmente sobrepujada pela líder da dhamacalia, perdendo a consciência durante o conflito antes mesmo que tivesse a oportunidade de revidar.


Maleficação

Simplesmente abrace sua nova vida, filha de Branstoker. Não lute contra seus instintos, pois "isso" é tudo o que você terá de agora em diante, por toda a eternidade.

Riviela aconselha Luciela após a maleficação

Malucy 1

Luciela como uma dhamachim.

Levada contra a vontade por Riviela e sua dhamacalia até o Castelo Caído, Luciela despertou nos aposentos do Soberano, junto de outras jovens de Alutana. Cada uma dessas garotas seriam vítimas da maleficação, com as mais frágeis sendo transformadas pelo mero contato com a malessência local. No entanto, Luciela era descendente de Protetores da Malachia e havia herdado não apenas a resistência natural de seus antepassados malachim, mas também toda a evolução de seus ancestrais. Por conta disso, o Soberano dos Males decidiu acelerar o seu processo de maleficação ao perfurar o seu ventre, injetando a malessência dentro de seu corpo ao mesmo tempo que deixava a garota com um enorme ferimento exposto em seu abdômen.

Inicialmente, Luciela pretendia morrer ao invés de ceder a maleficação, mas já transformada em uma dhamachim, ela não conseguiu resistir ao sangue fresco de uma criança aluteniense que fora oferecida por Riviela. Luciela nunca soube o nome da garotinha da qual sacrificou para continuar viva, mas também nunca esqueceu o rosto de sua primeira vítima. Mantida em solitária por meses, sendo alimentada apenas com pessoas vivas, Luciela aprenderia que por mais que tentasse, era incapaz de negar a sua sede por sangue. Ela também compreenderia que o sangue de suas vítimas eram aquilo que mantinha sua forma dhamachim, retardando a maleficação. Além disso, o sangue ajudou na regeneração de seu ferimento, restando apenas uma enorme cicatriz em seu lugar.

Quando finalmente libertada por Riviela, Luciela já não era mais a mesma pessoa. Tomada não apenas pelo desespero e insanidade, ela também havia se tornado uma serva da Vontade do Soberano. Por isso, Luciela era incapaz de tentar fugir, tirar a própria vida ou mesmo trair a dhamacalia e o malebolgium. Mesmo completamente consciente e senciente, ela era obrigada a servir os desejos absolutos de seu Senhor, e com isso, Luciela transformou-se em uma dhamachim como as outras, uma predadora de sua própria espécie, atacando vilas malachianas, matando a sua própria espécie e trazendo garotas como ela para sofrerem do mesmo destino, vitimizando centenas ou talvez milhares de inocentes. Contudo, diferente das outras, Luciela não cedeu completamente ao seu destino, tudo porque era muito boa em criar fantasias. Ao mesmo tempo que Luciela exercia a crueldade dos Males, ela se desligava daquilo e lembrava de sua antiga vida. Isso permitiu que sua humanidade permanecesse intacta, ao invés de abraçar a sua nova vida como as outras dhamachim.

Batalha pelo Malestherium

(...)

Torre - [Ato 1] Off-Screen

Idiota! Idiota! Idiota!

Luciela culpando Saria, [Ato 1] New World #398

Embora não esteja incluído em sua história ou no começo de sua aventura, sabe-se que Luciela foi introduzida a Torre por um examinador, assim como todos os outros Climbers. O seu grupo original possuía outros três membros, que eram uma garota humanóide chamada Saria, um homem-rinoceronte chamado Rhorgon e um reptiliano chamado Viskras.

Por não confiar plenamente em seu grupo, Luciela nunca chegou a contar sobre suas peculiaridades raciais, acreditando que estaria demonstrando fraqueza, ao mesmo tempo que pensava que poderiam tratá-la com desprezo. Omitindo a sua fraqueza a exposição solar, enquanto boa parte do exame ocorria durante o dia, Lucy passaria a se enfraquecer gradativamente, já que não ficaram parados em momento algum. Devido ao grande período de exposição aos raios solares, começaria a sentir também fome na necessidade de repor suas energias, porém, como havia readquirido sua liberdade recentemente, não desejava predar nenhum inocente, tampouco pretendia revelar sobre seu vampirismo para seus companheiros, ainda temendo rejeição ou repreensão por parte deles.

Em algum ponto de sua aventura no Andar Zero, Lucy acabou encontrando alguns objetos perdidos, que pertenciam a um participante de outro grupo chamado Romero, do qual ela não chegou a ter contato direto. Dentre os objetos, ela encontrou uma bíblia, um cantil e um fuzil, mas como ela não entendia o idioma do livro e considerou que o uísque poderia ser veneno, decidiu que ficaria apenas com a arma[1], antes pertencente a Licht, uma Climber do grupo de Romero. Sem compreender que tratava-se de uma arma de fogo, Luciela continuou a carregá-la porque acreditava que aquilo era na verdade uma espécie de luneta graças a sua mira telescópica.

Ainda durante o exame do Andar Zero, Luciela e seu grupo procuraram evitar entrar em conflito com outros participantes, mas acabariam coagidos a fazê-lo ao ouvirem o anúncio de que teriam de lutar para obter uma das relíquias[2]. Saria, embora aparentemente a mais jovem do grupo, assumiu o papel de liderança a maior parte do tempo, enquanto Lucy servia como oposição, sempre questionando suas decisões. Sabendo que existiam três relíquias, mas conhecendo o paradeiro de apenas duas que eram as relíquias da água e do céu, a maioria do grupo optou por lutar pela relíquia do céu, mesmo dependendo exclusivamente dos poderes de Saria.

Luciela foi contra o plano, mas tendo sido voto vencido[3], decidiu que ajudar seus companheiros, já que não gostaria de ficar sozinha. Contudo, assim como previsto pela malachiana, o plano daria terrivelmente errado, já que ao ser atacada por guerreiros alados, Saria perderia sua concentração quase imediatamente, interrompendo suas barreiras que permitiam a levitação do grupo[4]. Com isso, acredita-se que Rhorgon e Viskras tenham morrido devido a queda após serem arremessados pela explosão do canhão inimigo, enquanto Saria, atingida diretamente, teria morrido instantaneamente. Lucy, por sua vez, seria a única sobrevivente do grupo, sendo posteriormente salva pelo que se tornaria seu novo grupo.


Torre - [Ato 1] New World

E agora? Vão tentar me devorar ou o quê?

Luciela questiona Samiel e Uther com ironia, [Ato 1] New World #420

Por estar mais afastada do que seus antigos companheiros, Luciela não chegou a ser ferida, mas com a magia de Saria desfeita e devido ao impacto da explosão inimiga, a malachiana acabou sendo arremessada, entrando em estado de queda livre. Atordoada e em iminência de morte, Lucy apelaria pela primeira vez a maleficação desde que entrou na Torre, acreditando que a explosão de energia beneficiaria o seu poder de levitação o suficiente para que a queda não fosse fatal. Embora estivesse certa, o controle de sua levitação era limitado a uma certa distância do solo, e por isso, apenas conseguiu reduzir a velocidade de sua queda. Por coincidência, um Climber até então desconhecido, que acreditava que ela era uma aliada, resolveu resgatá-la, e graças a sua resistência somada a habilidade de levitação, transmitida inconscientemente ao seu corpo, os dois foram capazes de saírem quase ilesos.

Ao dar-se conta do que havia acontecido, Luciela reagiu com desconfiança, pois não compreendia as motivações de seu salvador, que ainda por cima, possuía uma aparência que remetia aos Opositores, embora fosse muito menor. Imediatamente, o cavaleiro negro apresentou-se como Uther, chamando-a de aliada e pedindo por seu nome. Contudo, um segundo homem, que parecia ser companheiro de Uther, assumiria uma postura muito mais hostil em relação a malachiana, e por isso, a mesma resolveu responder da mesma maneira, sacando sua espada, Purifière, pela primeira vez. No entanto, ao tentar ativar as chamas de sua lâmina, Luciela descobriu que não parecia ser capaz de fazê-lo, e sentindo-se intimidada não só pela presença do gigante de mais de 3 metros de altura, como também afetada por sua aura sagrada, resolveu cooperar, respondendo as suas questões quanto sua identidade e origem, mesmo que contrariada e de forma bastante sarcástica[5].

O seu até então agressor, chamado de Samiel por Uther[6], não apenas ouviu suas explicações, como também reconheceu Purifière como um armamento elohim e mencionou que era capaz de sentir sua Malessência[7]. Demonstrando reconhecer que ela não era exatamente um dos Males, indagou quanto ao seu estado incomum, em que mesmo aparentemente corrompida, ainda mostrava sinais de humanidade. Lucy, ainda perplexa por encontrar alguém que sabia dizer tanto sobre ela, demorou a responder, mas acabou contando que embora fosse como os Opositores, também não era exatamente como eles, comparando sua situação a uma maldição. Logo em seguida, respondeu quanto a origem de Purifière, contando que em suas terras, ela era chamada de Dádiva, tendo sido uma arma deixada pelas hostes celestes de seu deus, Sabaoth, há mais de mil anos[8]. Aquela também seria a primeira vez em que Luciela ouviria termos como "Akasha", já que na Malachia, referiam-se ao plano apenas como "Firmamento", e por isso, ao levar em conta a aparência de Samiel e o teor de suas palavras, Lucy chegou a rápida conclusão de que ele poderia ser de fato um Enviado do Céu.

Tendo conquistado a confiança de Samiel ao demonstrar que não era completamente um Male, Luciela conheceria logo em seguida Lysergia, uma das companheiras do grupo do elohim. Interrompendo a dhamachim durante suas explicações, a garota a derrubou em uma poça de lama ao se jogar em cima dela, tudo numa tentativa frustrada de cumprimentar e receber aquela que julgava uma nova amiga[9]. Irritada não apenas com Lysergia, mas também por toda a situação que havia passado na Torre e até mesmo antes, Luciela teve um surto de revolta, passando a gritar com todos, questionando o motivo de a terem salvo ou mesmo de Samiel não ter acabado com sua vida, já que ele era o único que sabia que ela era parte Male[10]. Procurando acalmar a malachiana e também se desculpar, Lysergia ofereceria frutas a ela[11], apenas para ser rejeitada uma segunda vez, já que Luciela era incapaz de consumir qualquer alimento que não fosse sangue[12]. Uther, por outro lado, tentou explicar suas razões[13], mas devido seu linguajar precário, Lucy pouco entendeu o que dizia, passando então a questionar especificamente o elohim, que não apenas se desculpou, mas também alegou que sua condição e existência eram uma esperança contra a Malevolência, e que talvez fosse possível reverter sua maleficação por completo[14].

Habilidades e Poderes

Equipamentos

  • Purifière: A principal arma de Luciela desde que entrou na Torre. Trata-se de uma espada de akashium, reforjada por seu povo há mais de mil anos atrás a partir de uma lança Purificadora, deixada por um tarshisim chamado Theliel, que participou e pereceu durante a ofensiva elohim ao Malebolgium na Guerra Celestial que ocorreu na Malachia[15]. Tendo permanecido sob a posse da família Branstoker por gerações, a arma que chamam de Dádiva foi concedida a Lucy por seu irmão, Lucius, com a intenção de protegê-la da influência do Soberano[15], que possuía total controle sobre suas ações. Além de altamente resistente, a espada possui a habilidade de restaurar-se ao entrar em contato com outros metais, enquanto sua lâmina de 90 cm é capaz de ascender-se em uma chama azulada considerada sagrada, cujo objetivo é destruir os Males, embora seja igualmente eficaz contra qualquer outro ser. Para que Purifière seja ativada, é necessário entrar em sintonia com a mesma, o que só é possível ao suprimir a malessência e compartilhar as suas energias, que servem de combustível para a Chama da Criação[15].
    • Shinsoo Zero: Dentro de Purifière, reside Zero, um shinsoo que apresenta-se com a aparência de um jovem de cabelos negros, tendo criado vida no dado momento em que Luciela entrou na Torre pela primeira vez. Como Lucy, Zero é capaz de controlar e suprimir a sua própria malessência[16], e ao que tudo indica, também possui a capacidade de provocar um estado de maleficação involuntária em Luciela, desde que estejam na mesma dimensão. Sem o seu consentimento, Luciela demonstra-se incapaz de ativar a sua Dádiva, e ainda segundo Zero, ao tirar vidas usando a espada, ele poderia se manifestar diretamente no mundo físico. Em sua concepção, Zero adquiriu memórias e poderes relacionados a Luciela, Purifière e Theliel[17], muitos ainda desconhecidos.


  • Vereinsgewehr: Um fuzil enfeitiçado, que mede 1,40 m, possui 1,00 m de cano e pesa 5 kg. O seu calibre é .54 e seu alcance, quando em condições favoráveis, chega a até 1500 m de distância. A sua munição e energia de detonação são geradas por um cristal erdeniano em seu interior. A arma permite até 10 disparos por minuto, necessitando de um intervalo para que sua energia se autorregenere. Toda a sua parte metálica é constituída por uma liga especial, contando também com uma bandoleira e mira telescópica. Originalmente, a arma pertencia a outra Climber chamada Licht, mas Luciela, ao encontrá-la no chão, pensou que tratava-se de uma espécie de luneta, descobrindo que era na realidade uma arma somente quando revelado por Met[18], logo na primeira vez que conversaram.


Poderes

  • Fisiologia Malachiana: Como todo malachiano, Luciela descende diretamente da mitológica raça malachim, criada há milhares de anos pelos Grigori e mais tarde geneticamente modificada pelos ishim por ordem de Jophiel, a Ark da Vida. Influenciados pela corrupção do Primeiro, assim como os Grigori, os malachim eram altamente resistentes a malessência e a maleficação, e tal característica ainda sobrevive na atual espécie malachiana, embora a influência primordial já não seja mais presente nos povos civilizados, como os de Alutana, Centuria e Lupenia. Outros resquícios de sua origem grigoriana também podem ser notados, como a facilidade que possuem para manejar armas akashianas como Pacificadoras e Purificadoras, ou ainda as habilidades sobrenaturais que certas famílias de Protetores apresentam, muitas vezes interpretadas como bênção do Criador.
    • Aperfeiçoamento Genético: Os malachianos praticam a seleção genética artificial por milhares de anos, mascarada em forma de costumes e tradição. Em outras palavras, Luciela descende dos mais ágeis, fortes, inteligentes e resistentes Protetores, não só por parte de seu pai, como também de sua mãe, e por sua vez, seus pais também descendem de pessoas assim, sendo de uma linhagem que remonta aos tempos de Zerach. Sendo assim, ainda que seja uma mulher, Luciela possui atributos físicos e mentais melhores do que os de malachianos comuns, que não vieram de uma linhagem de Protetores da Malachia.


  • Fisiologia Dhamachim: Luciela encontra-se em um estado intermediário de maleficação, não sendo assim um Male completo. Isso permite o seu acesso a certas capacidades de origem malebolge, ao mesmo tempo que mantém diversas características malachianas.
    • Pseudo-Imortalidade: Como os Males, as dhamachim são seres imortais, imunes aos efeitos do tempo, mas ainda passíveis de morte através de outros meios[19]. Curiosamente, toda dhamachim mantém a exata aparência de quando foram transformadas, exceto por seus cabelos e unhas, que continuam sempre a crescer[19].
    • Regeneração: O poder regenerativo de Luciela age mais rapidamente do que de um malachiano comum, mas demonstra-se inferior ao dos outros Males, que são capazes de regenerar até mesmo membros perdidos. Mesmo depois de curados, os seus ferimentos podem deixar cicatrizes, como as que possui em seu ventre[20].


  • Maleficação: A maleficação é a capacidade de transformar-se gradativamente em um Male. Luciela é capaz de controlar a sua maleficação até o primeiro estágio, onde ainda é possível manter sua identidade e retornar ao normal assim que desejado. Já a maleficação involuntária ocorre devido a abstinência de energia vital que é obtida através do sangue de suas vítimas. Quando Luciela entra em estado de maleficação involuntária, ela ainda é capaz de controlar os seus impulsos até um certo ponto, mas torna-se cada vez mais suscetível ao seu lado malebolge, que começa a demonstrar efeitos tanto físicos quanto comportamentais, fazendo-a passar por diferentes graus de insanidade.
    • Primeiro Estágio: No primeiro estágio, Luciela adquire características bestiais como olhos felídeos e vermelhos, mãos maiores, com dedos mais compridos e delgados, armados com garras capazes de cortar e perfurar, e por fim, presas maiores e mais afiadas, fortes o bastante para serem letais. O seu comportamento também é alterado, demonstrando-se mais agressiva e irritadiça, além de perder boa parte de sua capacidade de falar, parte porque sua voz se torna mais gutural, mas principalmente porque precisa focar boa parte de sua concentração em seu autocontrole. Os seus sentidos como audição, olfato e visão tornam-se mais aguçados, assim como seus atributos físicos como agilidade, força e resistência também aumentam, chegando a quase o dobro de seu desempenho normal.
    • Segundo Estágio: No segundo estágio, Luciela perde ainda mais seus traços malachianos, adquirindo uma aparência muito mais híbrida entre um Hayyoth maleficado e um ser hominídeo. A região de suas bochechas ganham fendas que se ligam a sua boca, permitindo que a abra de forma anormal e dando o aspecto de que está sempre sorrindo. Todos os seus dentes tornam-se ainda mais afiados, como os de um carnívoro. A sua pele humana parece entrar em estado de deterioração, dando lugar a uma pele escamosa escura e áspera, misturada com seus tecidos ainda vivos. Os seus braços, pernas e torso ficam ainda mais compridos, fazendo dela 40 cm mais alta do que o normal. Sinais de ossos saindo de sua espinha dorsal também se fazem presentes, parecendo longos espinhos. Além das mudanças físicas, Lucy também passa por uma série de alterações comportamentais, como por exemplo, a perda de seu instinto de autopreservação, já que conta com uma regeneração ainda mais poderosa.


  • Malessência: (...)
  • Dons Sombrios: (...)
    • Andar em Paredes: (...)
    • Levitação: (...)
    • Passo das Sombras: (...)
    • Véu das Sombras: (...)
    • Visão Noturna: (...)
  • Vampirismo: (...)


Fraquezas

  • Exposição Solar: (...)

Relações

Veja mais em: Luciela/Relações


Citações

Eu sou uma malachiana, mas provavelmente isso não vai significar nada para vocês, eu suponho...

Luciela para Samiel e Uther, [Ato 1] New World #420

(...) sou amaldiçoada com essa energia asquerosa. Não é como se eu pudesse fazer alguma coisa quanto a isso.

Luciela sobre a Malessência, [Ato 1] New World #423

Eu realmente não entendo vocês! Por que me salvaram?! Por que insistem em me chamar de amiga ou querer minha amizade?!

Luciela questiona seu novo grupo, [Ato 1] New World #432

Eu sinceramente não entendo como você consegue brincar com a vida das pessoas. Curiosidade? Curiosidade uma ova!

Luciela questiona a entidade da relíquia, [Ato 1] New World #483

Por que a vida deve ter apenas dois caminhos? Eu não suporto isso. Eu realmente odeio isso!

Luciela expressa toda sua revolta, [Ato 1] New World #483


Galeria

Curiosidades

  • Luciela, assim como Licht, Lucius e Lux, que também são personagens de sua jogadora, possui um nome relacionado a "luz".
  • Luciela costuma dizer "wry" e variações quando sente-se ameaçada ou está irritada, e as vezes, também quando ataca seus inimigos. O som é uma referência aos vampiros da franquia JoJo's Bizarre Adventure, particularmente a Dio Brando, que é um dos vampiros mais famosos de toda a série.
    • Além de "wry", Luciela costuma fazer outros sons menos famosos de Jojo's Bizarre Adventure, como "kwah", que é um grito de batalha de Dio Brando durante a parte Phantom Blood. Ela também repete várias frases ditas pelos vampiros e homens dos pilares, embora todas sejam levemente alteradas para se encaixarem no contexto da história.
  • Luciela foi a primeira dhamachim inventada por sua jogadora, enquanto seu irmão teria sido o primeiro malachiano.
    • Outras dhamachim como Riviela Grange só seriam apresentadas conforme a história de Luciela era contada e expandida em jogo.
  • Luciela foi inspirada parcialmente nas guerreiras da franquia Claymore, assim como na personagem Severa de Fire Emblem: Awakening, mais especificamente no conceito de dhamachim e personalidade, respectivamente.
  • Originalmente, Luciela deveria carregar diversas facas, das quais utilizaria em combate direto e também para arremesso. A ideia acabou sendo abandonada conforme sua origem tornou-se associada aos Males e elohim, desviando-se cada vez mais da ideia de uma vampira típica.
    • O uso de facas deveria ser mais uma referência a Dio Brando da série Jojo's Bizarre Adventure, mais especificamente da terceira parte, Stardust Crusaders. Embora Sakuya Izayoi da franquia Touhou também utilize facas, ela mesma é uma referência a Dio, portanto, pode-se dizer que Luciela faria referências a Sakuya, ainda que não fossem intencionais.
  • Originalmente, Luciela foi batizada de Lucille por sua jogadora, contudo, seu nome foi alterado semanas antes de ser aprovada, enquanto buscava inspiração em outras séries. Uma personagem da franquia Claymore, chamada Luciela, teria sido a origem de seu nome. As semelhanças entre as duas personagens, no entanto, terminam aí.
    • Embora o nome original da personagem tenha sido trocado, o seu apelido, Lucy, já havia sido determinado desde o começo, sendo ele uma homenagem a Lucy Westenra, a primeira vítima do Drácula de Bram Stoker.

Referências

  1. Secret Street, [Ato 2] Heaven's Eye #577
  2. Secret Street, [Ato 1] New World #309
  3. Secret Street, [Ato 1] New World #398
  4. Secret Street, [Ato 1] New World #397
  5. Secret Street, [Ato 1] New World #420
  6. Secret Street, [Ato 1] New World #421
  7. Secret Street, [Ato 1] New World #422
  8. Secret Street, [Ato 1] New World #423
  9. Secret Street, [Ato 1] New World #430
  10. Secret Street, [Ato 1] New World #432
  11. Secret Street, [Ato 1] New World #435
  12. Secret Street, [Ato 1] New World #439
  13. Secret Street, [Ato 1] New World #433
  14. Secret Street, [Ato 1] New World #440
  15. 15.0 15.1 15.2 Secret Street, [Ato 2] Heaven's Eye #663
  16. Secret Street, [Ato 2] Heaven's Eye #685
  17. Secret Street, [Ato 2] Heaven's Eye #580
  18. Secret Street, [Ato 2] Heaven's Eye #580
  19. 19.0 19.1 Secret Street, [Ato 2] Heaven's Eye #666
  20. Secret Street, [Ato 2] Heaven's Eye #706

Navegação

Personagens
Grupo Wind AngelBlue StarIdrisLichtLucielaLysergiaMetOneRomeroSamielSimonUther
Grupo Ice AbelAnnwnKemelRaziaSaturnoYaaenia
Grupo Stravos Cabeça-de-LataKailaLichtMr. RibbitWang
Examinadores KrozenRinaUzirrot
Ato 1: New World RhorgonSariaSethViskras
Ato 2: Heaven's Eye EsquerdoKaimKatoLudvic • Princesa • Rei Adam
Ato 2: The Hunt Kilia

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