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Akasha

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Akasha
Arabot, distrito-sede do Conselho dos Arks
Arabot, distrito-sede do Conselho dos Arks
Informações Demográficas
População: 7.777.777.777.777
Raças: Elohim
Hayyoth
Arks
Seraphim
Culturas: Nenhuma.
Organizações: Conselho dos Arks
Ordem de Azrael
Paladinos de Michael
Informações Geográficas
Regiões Habitadas: Vilon
Sheol
Makhon
Zebul
Arabot
Ma'on
Raqi'a
Regiões Selvagens: Nenhuma.

Akasha, também conhecida como a Cidade Dourada, o Firmamento, o Núcleo, o Coração da Criação e a Cidade do Princípio, é um plano sobrenatural localizado, literalmente, em uma dimensão separada do tempo-espaço tradicional, cuja única entrada fica no centro de uma das camadas de Unity. Possuindo um elo entre os infinitos universos dessa camada, o plano é tido em diversas religiões como o centro da Criação, um conceito que parece englobar mais do que apenas um universo. Akasha também serve como o habitat natural dos elohim, os “eternos guardiões da Criação”, e de seus quase onipotentes líderes, o Conselho dos Arks, mas também abriga uma grande diversidade de hayyoth, os ditos seres celestiais.

Cronologia Edit

Origem (-10.000.000.000.000 A.A ~ 1000 D.A) Edit

Pouco se sabe sobre a história de Akasha ou de como o plano foi concebido. Conhecimento elohim data a fundação de Akasha aos primórdios da Criação, que até então seria apenas os vestígios de um massivo big bang, um emaranhado de partículas, luzes, melodias e conceitos flutuando no espaço. Destes materiais, o Criador teria construído a fundação de Akasha e soprado vida aos Arks originais, que então passariam a acompanhá-lo pela Criação por um período inimaginável de tempo.

Ao retornarem de sua viagem, cada Ark, personificações de uma força primordial da Criação, passou a moldar Akasha de acordo com sua preferência, transformando-a em uma metrópole praticamente perfeita, em um misto de magia e tecnologia avançadíssima, culminando com a remoção completa da cidade de dentro da Criação, tornando-a em um nexus ligada a todo o multiverso. Com a conclusão da cidade-plano, o próximo passo dos Arks foi a criação de EDEN, a primeira e mais complexa inteligência artificial da Criação, que passou a servir como a força gerenciadora de Akasha e a idealizadora do Projeto Gênese, que daria origem à espécie dos elohim. Com a criação dos elohim, Akasha passou a se envolver mais diretamente com os outros universos, normalmente servindo de precursora de civilizações inteiras. Os elohim, por sua vez, passariam a ser comumente retratados como figuras mitológicas, ou mesmo divinas, nas religiões dos povos cuja evolução eles auxiliaram. 

Durante todo esse processo, o Criador manteve-se neutro, satisfazendo-se apenas em observar de perto o trabalho de suas criações. Mantendo contato constante com os Arks e seus elohim, o Criador dificilmente intervia nas ações de Akasha, servindo, ironicamente, mais como um conselheiro do que como um regente. 

Primeira Guerra do Firmamento (1200 D.A ~ 1210 D.A) Edit

Com o advento d'O Primeiro e de seus Males, a Cidade Dourada enfrentou sua primeira crise, perdendo Samyaza para a força corruptora da monstruosidade. Transformado no primeiro Soberano Malebolge, Samyaza, agora conhecido como Mastemah, promoveu uma guerra de assimilação contra toda a Criação, iniciando a conquista de inúmeros universos e a conversão de novos Soberanos. Foi nesse tempo que Akasha passou a tratar seus elohim como soldados, respondendo à declaração de guerra dos Males. Com autorização do Criador, os Arks, agora organizados em um conselho, promoveram a construção da Kabbalah, dando origem aos Seraphim que passariam a servir como a guarda pessoal do Criador e como armas de destruição em massa.

A Primeira Guerra do Firmamento apenas terminou quando o próprio Criador e seus seraphim, com exceção de Metatron, sacrificaram-se para prender o Primero em uma prisão eterna, selando-se junto com a monstruosidade dentro de um universo que tornou-se um buraco negro supermassivo. O evento forçou os Males a recuarem para dentro de Lucifugium, seu aglomerado de universos conquistados, até parecerem sumir na obscuridade, concedendo um período de paz para Akasha. Metatron, o Ark do Conhecimento original, e o segundo dos Seraphim, ficou para trás para auxiliar a liderança de Akasha nos tempos de paz que viriam, assim como a reconstruir o desestabilizado Conselho dos Arks.

Para vigiar e manter o selo do Primeiro, e garantir que ele jamais escape, Akasha enviou um grupo com os mais sábios e poderosos elohim da época, liderados por Samael, o Ark do Poder original, ao Universo-Prisão. O grupo, conhecido como Grigori, assim como os Males, foi eventualmente esquecido ao longo do tempo, e em determinado ponto pararam de enviar relatórios, o próprio Samael sendo substituido por Raphael, seu antigo tenente.

Segunda Guerra do Firmamento (12.000 D.A) Edit

No período em que Akasha desfrutava de seu maior período de paz, o Malebolgium retornou dos confins de Lucifugium. Pega de surpresa pelas hordas demoníacas, agora lideradas por incontáveis Soberanos, Akasha pouco pôde fazer para evitar a devastação que se sucedeu. Nessa única e súbita investida, a Cidade Dourada perdeu a metade de toda a sua população, dividida nos universos em que patrulhavam, além de incontáveis realidades, para as hordas malebolge. Entre as casualidades, pelo menos um universo foi sumariamente aniquilado por uma manobra suicida da hoste local, após ser confirmado que todas as formas de vida foram consumidas pela malessência. Muito tempo se passaria até que Akasha conseguisse recuperar tamanhas perdas, e mesmo assim a ferocidade cada vez maior do Malebolgium se provaria um desafio maior que a Cidade Dourada conseguiria enfrentar.

Após a derrota humilhante que Akasha sofreu durante a primeira investida malebolge, o Conselho dos Arks decidiu por intervir pessoalmente no conflito, a fim de purificar as realidades infestadas e defender as que ainda não foram invadidas. Lideradas pelos Arks Raphael, o Ark do Poder, e Miriel, a Ark da Vida, as primeiras Hostes tiveram sucessos esmagadores, em um período que seria conhecido como Et Odium, o Acerto de Contas. Dezenas de Soberanos caíram nas armas de Raphael, enquanto Miriel e seus ishim valiam-se de seus poderes para devolver vida aos planetas que precisavam ser purgados pela presença da malessência. O número de sucessos obtidos pela dupla de Arks ameaçava virar o jogo contra o Malebolgium, com mesmo a maior e mais perigosa das abominações caíndo diante dos poderes combinados de dois Aspectos da Criação - e, rumores diziam, a relação dos dois Arks ia além de mero camaradismo.

O Et Odium, apesar de sua eficiência brutal, encontrou um fim abrupto e inesperado quando um Soberano sem nome se colocou no caminho da Hoste de Raphael e Miriel. Surpreendentemente poderoso, e auxiliado por inúmeros malebolges poderosos, a abominação encerrou de uma vez por todas a noção de que nada era capaz de derrotar um Ark, literalmente cortando Miriel ao meio em um golpe sujo. A vingança de Raphael foi rápida e violenta, concedendo ao Soberano o mesmo destino que este dera à Miriel. Apesar de sua vitória, o Ark do Poder foi incapaz de recuperar qualquer traço de Miriel, que teria desaparecido após sua morte, e o choque dos acontecimentos o fizeram retornar para Akasha, de onde não mais saiu.

Após o fim do Et Odium, os elohim da Cidade Dourada cairam em um profundo luto. O Conselho dos Arks, abalado pela súbita perda, parou de se envolver diretamente na Segunda Guerra do Firmamento, e Jophiel foi escolhida para suceder Miriel. Hostes voltaram a ser enviadas com mais frequência à universos com ameaça iminente de invasão malebolge, cuja ferocidade parecia ter apenas aumentado com a destruição temporária de um dos Arks. Tudo parecia conspirar contra o sucesso da Cidade Dourada e a sobrevivência da Criação como um todo.

A situação, já precária, apenas piorou quando os Grigori retornaram.

O Retorno dos Grigori (12.100 D.A) Edit

Ainda liderados por Samael, os Grigori retornaram do Universo-Prisão do Primeiro, mas com o objetivo claro de se vingarem de Akasha por seu esquecimento e abandono. Distorcidos por uma forma de corrupção similar à malessência, os elohim renegados abriram, pela primeira vez, os portões de Akasha, criando um acesso pelo quais suas hordas de máquinas corrompidas invadiram o plano. Akasha quase sofreu a perda de mais um Ark nessa invasão, quando o próprio Samael adentrou na cidade para duelar com seu substituto, o Ark Raphael. Após um combate devastador, que culminou na vitória de Samael, o Ark renegado apenas foi incapaz de completar sua vitória graças à intervenção dos Arks Samuel e Jophiel, que forçaram Samael a recuar. Apesar de repelida, a invasão deixou Akasha severamente fragilizada, reduzindo ainda mais seu efetivo na Segunda Guerra do Firmamento.

Após a invasão dos Grigori, após uma eternidade recluso na Kabbalah, o Seraphim Metatron se revelou pela primeira vez aos elohim de Akasha, enviando também uma mensagem para todos os elohim espalhados pela Criação, um feito digno do próprio Criador. Na mensagem, Metatron alertou as hostes celestiais da ameaça dos Grigori, oficializando-os como traidores da Criação e, ao que tudo indicava, servos do Primeiro. Ordenando o fechamento dos Portões do Espaço-Tempo, impedindo que qualquer um entrasse ou saísse de Akasha, o Seraphim passou a assumir uma posição mais direta na liderança da Cidade Dourada. Atribuindo a Ezekiel, o Ark do Conhecimento, e Raphael a missão de rastrear o sinal utilizado pelos Grigori para acessarem os Portões do Espaço-Tempo, a fim de bloqueá-los o acesso a Akasha, Metatron removeu a Kabbalah de Navitas, posicionando a imensa estrutura sobre o centro de Akasha, acima até mesmo de Numen, onde os Arks se reúnem.

Recuperação e Malachia (12.101 D.A) Edit

Após intensas pesquisas, Ezekiel e Raphael finalmente encontraram a fonte do sinal Grigori, determinando sua localização exata e enviando um contra-sinal com o objetivo de destruir por completo o acesso dos elohim renegados para com Akasha. A manobra seguinte não poderia ser diferente, com um verdadeiro exército celestial enviado para o Universo-Prisão, liderados pessoalmente por Metatron. A operação foi extremamente rápida, pois não houve qualquer tipo de resistência - e, de fato, tirando a presença das entidades presas pelo selo do Criador, não havia nada lá. Retornando para Akasha, o relatório oficial de Metatron é de que Samael, percebendo a destruição da ligação entre sua estação e os Portões e de que Akasha descobrira sua localização, ordenou uma evacuação completa, levando toda a estrutura e seus habitantes para outro universo. Os integrantes das Hostes, notavelmente abalados pela experiência, se recusaram a comentar sobre o ocorrido. Após a operação bem sucedida, Akasha voltou a abrir os Portões do Espaço-Tempo.

Pouco tempo depois, a própria Jophiel ousaria se aventurar para fora de Akasha, seguindo os conselhos de Samuel. Nessa viagem, escoltada por uma Hoste, a Ark da Vida tomaria ciência tanto da presença malebolge quanto dos Grigori no universo em que estava. Perseguindo o encouraçado Grigori até um jovem planeta, a Hoste de Jophiel observou os experimentos dos renegados sobre uma espécie desconhecida de hayyoth, cuja estrutura lembrava muito à do humano, uma das criaturas mais comuns da Criação. Revoltada com o que viu, Jophiel deu a ordem de atacar a nave Grigori, pegando os renegados de surpresa. Com apenas dois renegados capturados, um desaparecido e todos os outros eliminados, a atenção de Jophiel se voltou aos hayyoth artificiais. Compadecendo-se de sua sina, a Ark da Vida requisitou a opinião do comandante oficial da Hoste, um Bene-Tarshisim chamado Theliel. O bene-elohim, compartilhando da compaixão da Ark, deu a ordem para adaptar os hayyoth a uma nova existência, moldando-os de forma que pudessem se adaptar ao planeta, até que assumissem uma forma humanóide idêntica a um humano. Com seu dever cumprido, Jophiel pediu a Theliel que mantivesse uma parte de sua Hoste nas redondezas do planeta, a fim de observar o desenvolvimento da espécie, enquanto o resto travaria combate contra o Soberano malebolge que começava sua campanha em outra galáxia. Retornando para Akasha com os dois Grigori capturados, Jophiel deixou Theliel com a missão de continuar a função de sua Hoste. O planeta eventualmente seria chamado de Malachia por seus habitantes, que se identificariam como malachianos.

Theliel teria colocado seu segundo em comando para liderar a Hoste contra o Soberano, enquanto ficaria para trás para observar pessoalmente o desenvolvimento malachiano, eventualmente auxiliando-os através de um Profeta, conhecido pelo povo como Zerachius, e relatando suas interações para Akasha. Eventualmente, as forças de Theliel entrariam em conflito com dois Soberanos menores que teriam aparentemente se desprendido da horda principal a fim de se testarem contra os elohim e assimilar o planeta que eles protegiam com tanto afinco. Após este último relato, cessaram-se as comunicações entre Akasha e a estação de Theliel.

Com o desaparecimento de Theliel, seu segundo em comando, o cherubim Malakiel, enviou um de seus melhores agentes ophanim para relatar a situação atual da Malachia e o que poderia ter acontecido com o antigo general. Chegando nos arredores do planeta, o ophanim Kelel encontrou a estação de Theliel completamente deserta, oculta pelo satélite natural do planeta. Surpreendentemente intocada, Kelel imediatamente se comunicou com a unidade EDEN, que ainda encontrava-se funcional o bastante para relatar os acontecimentos. Graças a EDEN, Kelel descobriu que as forças de Theliel foram fatalmente vencidas pelos Soberanos. Antes de falecer, o Bene-Elohim teria ferido um dos Soberanos fatalmente, além de derrubado seu principal malestherium. O resto dos soldados de Theliel teriam se sacrificado para derrotar e selar o segundo Soberano, aprisionando-o nas profundezas do planeta.

Munido dessas informações, Kelel tentou enviar um sinal para a Hoste principal, mas foi fatalmente ferido por uma ameaça que julgava-se não mais existir no planeta: Zerael, o único Grigori que conseguiu escapar da investida da Hoste, quando liderada por Jophiel. Com o restante de suas forças, Kelel ordenou a EDEN para que reposicionasse-se na câmara principal usada para manter a prisão do segundo Soberano, logo depois de iniciar o processo de auto-destruição da estação. Apesar de Zerael ter escapado, a explosão lançou o Grigori de volta ao planeta, o local de sua queda tornando-se uma imensa cratera.

Composição e Estrutura Edit

Definir Akasha geograficamente é uma tarefa deveras complicada, a começar do fato de não se tratar de um planeta. Em poucas palavras, Akasha é uma megacidade flutuando no centro de uma dimensão cortada do tempo-espaço. A cidade é vasta o bastante para não se conseguir ver, de seu centro, qualquer de seus extremos, não aparentando ter um final de fato, mesmo se visto a milhares de metros acima do solo. O céu Akashiano é quase impossível de descrever, permanecendo em um eterno amanhecer dourado, coberto pela visão de um misto de nuvens, estrelas e planetoides, semblantes da Criação. Universos inteiros podem ser observados, a olho nu, pelo céu estrelado (ainda que não exista noite no plano) de Akasha.

As ruas de Akasha são feitas de um cristal transparente extremamente rígido, permitindo a visão de nuvens multicoloridas que parecem suportar o peso da megacidade. Prédios e casas dourados decoram a megacidade, feitas do material mais comum no plano: akashium, um metal extremamente maleável e resistente, criado pelo Ark Samael durante sua vigência como Ark do Poder, que é utilizado em quase todos os materiais elohim.

Assim como existem sete castas de elohim, também é Akasha dividida em sete distritos distintos, cada um controlado especificamente por uma das castas. Estes distritos, que também servem como a abóbada dos Arks e de seus Monumentos particulares, são divididos em: Vilon, o distrito residencial, onde encontra-se os Jardins da Vida e Navitas, o Terrário da Vida; Sheol, a cidade subterrânea, sede da Ordem de Azrael e de Letum, o Grande Mausoléu; Makhon, o distrito militar que abriga Arma, a Torre do Poder, e os Portões do Espaço-Tempo; Zebul, o distrito tecnológico, onde situa-se Babel, o Acervo Universal; Arabot, o distrito legal, lar de Numem, a Torre da Criação, onde o Conselho dos Arks se reúne, e também de Ordo, os Salões da Justiça; Ma'on, o distrito cultural, onde se localiza Veritas, o Observatório Multiversal; e, finalmente, Raqi'a, o infame "distrito secreto", onde todos os ophanim são treinados, mas também onde se encontra Aeternum, o Museu do Tempo.

Vilon Edit

File:Vilon.jpg

Também conhecido como o distrito residencial, Vilon é onde habitam quase a totalidade dos elohim de Akasha. Lembrando um gigantesco complexo de prédios extremamente avançados com uma predominância de fauna e flora, o distrito de Vilon é onde todos os seres vivos da Cidade Dourada convergem para prestar homenagem ao Ark da Vida.

Vilon é dividido em milhares zonas próprias, cada qual cobrindo dezenas de hectares. Cada zona é composta por seis prédios habitacionais, dispostos de forma tal que, quando vistos de cima, coincidentemente formam a imagem de um hexagrama. No centro do hexagrama, entre os seis prédios, existe um vasto terreno, coberto pela flaura e flora do distrito, chamado apenas de Jardim.

A forma de cada Jardim, assim como os tipo de flora e os hayyoth que os habitam, variam de zona para zona - em geral, sabe-se que zonas ocupadas apenas por erelims são particularmente "selvagens", devido ao número ínfimo de elohim capazes de cuidar do terreno. Felizmente para o Jardim, uma das regulações do Ark da Vida original fora que cada zona residencial deveria ter como ocupante, pelo menos, um ishim, para que o Jardim pudesse receber a devida atenção. Nem sempre um único ishim é capaz de cuidar de seu Jardim eficientemente, porém, o que às vezes faz com que ishim de outras zonas se desloquem para auxiliar a existência-irmã. Há, no centro de cada Jardim, uma estátua branca representando Raziel, o Ark da Vida original, com cerca de dez metros de altura, em seu pé residindo um Portão Perolado, permitindo acesso rápido e fácil entre as zonas e os diferentes distritos de Akasha.

Navitas Edit

File:Navitas - O Terrário da Vida (E).jpg
File:Navitas - O Terrário da Vida (I).jpg

No ponto mais distante de Vilon, onde prédios deixam de aparecer, dando espaço a uma densa floresta, encontra-se Navitas, o Terrário da Vida. Uma torre de akashium azulado com não menos de cem metros de altura, o Monumento é marcado pela sua aparência bem cuidada e brilho prateado, apesar de estar coberto de flora, marca de algo milenar. Para a surpresa de muitos, porém, a gigantesca estrutura é apenas um corpo oco - não há salas, escadarias, nada do tipo. Apenas um grande espaço livre, com centenas de quilômetros quadrados de área.

Possuidor de um ecossitema inteiro dentro de si, Navitas é o nexus central de todas as formas de vida de Akasha, e de onde todas se originaram, inclusive os elohim, servindo também como fonte de vários mitos como, em especial, o lendário "Jardim do Eden". Lagos cristalinos, montes massivos, pedras preciosas e campos esverdeados decoram o interior da estrutura, que por sua vez é habitada por inúmeros exemplares de hayyoth. No topo de sua maior montanha, descansa uma gigantesca árvore de folhas rosadas, conhecida pelos elohim como a Árvore da Vida, onde flutuando sobre ela costumava ficar a Kabbalah. Embora seja no interior de Navitas em que o Ark da Vida resida, é entre as folhas da Árvore da Vida que se encontra sua residência oficial.

O local de nascituro dos elohim, apesar de parte de Navitas, encontra-se fora do ecossistema interno do Monumento, sua entrada localizada em uma abertura, no pé da Árvore da Vida, com cerca de dez metros de altura. No interior da árvore, tês plataformas circulares douradas se fazem presente, cada uma capaz de comportar facilmente uma dúzia de elohim. É descendo por esta plataforma que se chega em Gênese, a estrutura fruto do projeto de mesmo nome.

De longe um dos pontos mais impressionantes não só de Navitas, mas como de toda Akasha, a sede do Projeto Gênese se assemelha a um grande salão vazio, decorado apenas por (incontáveis) curtas pilastras brancas com pouco mais de dois metros de altura e três metros de largura, uma cena que parece se estender ao infinito. Repousando no ar, cinco metros acima de tudo isso e abaixo do buraco no interior da Árvore da Vida, encontram-se as três plataformas que conectam Navitas à Gênese, onde pode ser considerado o centro do salão. A superfície do salão, em um primeiro momento lembrando um lustroso chão de mármore, dá lugar a um líquido viscoso e maleável quando devidamente estimulado, capaz de assumir uma miríade de cores e liberar uma confortante e harmoniosa melodia. Chamada de a Piscina Primordial, é de seu fundo que novos elohim são formados, silhuetas de luz emergindo do interior de suas águas em um misto de luz e música. Gênese também é povoada por ishim, zeladores constantes que observam o nascimento de novos elohim, a fim de retirá-los da superfície antes que a piscina primordial os absorva de volta.

Makhon Edit

File:Makhon.jpg
O chamado distrito militar, onde os elohim se reúnem para montarem e forjarem todo o seu armamento, desde unidades Purificadoras e Pacificadoras até as gigantescas naves de guerra de Akasha. Apesar de todas as estruturas serem feitas de akashium, o distrito demonstra uma sensação sombria e melancólica, como se fosse um triste aviso para os elohim de que sua função mais importante era a de guerrear pela Criação.

Além de ser cortado por um rio cristalino, Makhon é decorado com inúmeras plataformas gigantescas

Shamayim Edit

Consideradas como versões imperfeitas de Akasha, as Shamayim são pedaços da Criação criados e estilizados para lembrarem a imagem da Cidade Dourada. Presidida pelos Adonai e o Demiurgo, uma Shamayim pode ser considerada como uma base de operações elohim em um determinado universo, estrategicamente localizada em seu ponto central.

File:Exterior Shamayim.jpg

Pela própria proteção que possui, tanto dos Adonai como do Demiurgo, o exterior de uma Shamayim lembra uma gigantesca estrela branca, uma barreira protetora que destrói praticamente qualquer criatura inferior que não possua permissão para adentrá-la. O interior de uma Shamayim, por outro lado, lembra uma cópia quase perfeita (embora infinitamente menor) de Akasha, completa com reproduções dos Sete Distritos. Assim como a cidade dourada, a população mor de uma Shamayim tende a ser de elohim e hayyoths, embora não seja incomum encontrar Els e outros tipos de seres espirituais vagando por suas ruas.

Em vários universos, muitas religiões tendem a considerar as Shamayim como um lugar de pura felicidade e bem-estar, o que não deixa de ser verdade - uma parcela da população de uma Shamayim também parece ser formada por formas de vida particularmente elevadas, que ascenderam ao reino do Demiurgo ao invés de entrar no ciclo de reencarnação. Para todos os efeitos, uma Shamayim é a principal fonte da ideia coletiva de um "Paraíso".

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